sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Os hotéis mais luxuosos do mundo

Hotel Chocolat, Sta Lucia

Keemala Resort - Phuket, Tailândia

Rosewood Mayakoba, México

Four Season Hotel George V, Paris

Royal Davui Island Resort, Fiji

Emirates Palace, Abu Dhabi










Os hotéis mais luxuosos do mundo

Hotel Chocolat, Sta Lucia

Keemala Resort - Phuket, Tailândia

Rosewood Mayakoba, México

Four Season Hotel George V, Paris

Royal Davui Island Resort, Fiji

Emirates Palace, Abu Dhabi










quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Quem não tem direito a receber horas extras no trabalho?


Alguns empregados estão excluídos do direito de receber horas extras, mesmo quando ultrapassam a jornada normal de trabalho. É o caso, por exemplo, de quem ocupa cargo de gestão, como gerentes e diretores, que exercem cargos de confiança e recebem um salário mais elevado em razão de suas maiores responsabilidades, não havendo controle sobre sua jornada.

Outra hipótese de exclusão do recebimento de horas extras é o funcionário que executa serviços externos à empresa, desde que não seja possível o controle dos seus horários. Um funcionário que exerce a função de motorista, por exemplo, mas é monitorado via GPS, sendo possível, portanto, o acompanhamento da sua jornada de trabalho, não se enquadraria nessa hipótese.

Além dos exemplos citados, quando existe acordo de compensação ou banco de horas, o empregado poderá exceder sua jornada normal em um dia e compensar as horas ultrapassadas em outro, sem receber horas extras.



(Fonte: Camila Pati / EXAME)

Quem não tem direito a receber horas extras no trabalho?


Alguns empregados estão excluídos do direito de receber horas extras, mesmo quando ultrapassam a jornada normal de trabalho. É o caso, por exemplo, de quem ocupa cargo de gestão, como gerentes e diretores, que exercem cargos de confiança e recebem um salário mais elevado em razão de suas maiores responsabilidades, não havendo controle sobre sua jornada.

Outra hipótese de exclusão do recebimento de horas extras é o funcionário que executa serviços externos à empresa, desde que não seja possível o controle dos seus horários. Um funcionário que exerce a função de motorista, por exemplo, mas é monitorado via GPS, sendo possível, portanto, o acompanhamento da sua jornada de trabalho, não se enquadraria nessa hipótese.

Além dos exemplos citados, quando existe acordo de compensação ou banco de horas, o empregado poderá exceder sua jornada normal em um dia e compensar as horas ultrapassadas em outro, sem receber horas extras.



(Fonte: Camila Pati / EXAME)

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Nova moda gastronômica: Pokéburguer

Uma lanchonete na Austrália resolveu cair de cabeça na aventura do Pokémon GO e inovar em seus sanduíches. Eles criaram os POKÉBURGUERS, hambúrgueres inspirados em Pikachu, Bulbassauro e Charmander. Os treinadores e caçadores famintos não podem escolher qual dos três querem: você vai receber um lanche aleatoriamente. Faz parte da diversão.


Segundo o porta-voz da Hashtag Burgers, Ben Kagan contou ao Mashable Austrália, os sabores e ingredientes têm a ver com o estilo dos três personagens. “O Charmander é um pouquinho picante e tem uma espécie de queijo vulcânico saindo pra fora. O Bulbassauro é verde e mais limpo, mas tem gosto de Big Mac, na verdade. O Pikachu é um pouco mais bobo, com duas batatas fritas em cima dele [como as orelhas]''.

Cada Pokéburguer custa US$ 11,39 (R$ 36,64) e ficará no menu da lanchonete só até dia 3 de setembro.



(Fonte: Catraca Livre)

Nova moda gastronômica: Pokéburguer

Uma lanchonete na Austrália resolveu cair de cabeça na aventura do Pokémon GO e inovar em seus sanduíches. Eles criaram os POKÉBURGUERS, hambúrgueres inspirados em Pikachu, Bulbassauro e Charmander. Os treinadores e caçadores famintos não podem escolher qual dos três querem: você vai receber um lanche aleatoriamente. Faz parte da diversão.


Segundo o porta-voz da Hashtag Burgers, Ben Kagan contou ao Mashable Austrália, os sabores e ingredientes têm a ver com o estilo dos três personagens. “O Charmander é um pouquinho picante e tem uma espécie de queijo vulcânico saindo pra fora. O Bulbassauro é verde e mais limpo, mas tem gosto de Big Mac, na verdade. O Pikachu é um pouco mais bobo, com duas batatas fritas em cima dele [como as orelhas]''.

Cada Pokéburguer custa US$ 11,39 (R$ 36,64) e ficará no menu da lanchonete só até dia 3 de setembro.



(Fonte: Catraca Livre)

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Qual é o próximo passo?


Todo o dia a correria nos toma um tempo precioso, e que muitas vezes acarreta no esquecimento da reflexão de quem somos e para onde vamos. Questionar-se “quem sou eu” ou “para onde quero ir” deveria ser um indagação diária, ou pelo menos, no mínimo semanal na vida de todos os sujeitos, afinal, o autoconhecimento nos proporciona liberdade e abertura para crescimento pessoal e profissional. Escrevendo assim, parece uma tarefa fácil, mas colocar em prática, será que é tão simples assim? E por onde começar?

1) Você precisa entender que o processo de autoconhecimento tem um início, mas não terá um fim.

2) É preciso paciência para identificar seus três principais pontos fracos e seus três principais pontos fortes.

3) Você precisará aprender a aceitar seus pontos fracos, e terá que buscar desenvolvê-los, entendendo que, você não será 100% em tudo.

4) Você precisará potencializar seus pontos fortes, direcionando-os para auxiliá-los em suas ações e decisões.

5) É preciso começar!

Pequenas atitudes possibilitam um melhor conhecimento de quem somos. Entender como surgem nossas emoções, como nosso corpo reage à determinadas situações, possibilitam a administração de características a nosso favor, o que é, um diferencial valioso. Se conhecer, torna o dia a dia mais produtivo e assertivo.

Aliado a isso, não basta apenas o autoconhecimento se não tivermos um propósito. O propósito direciona as ações, as quais, aliadas ao autoconhecimento, potencializam sua concretização. É preciso que criemos uma missão de vida! Ao atingirmos, é necessário que criemos outras, e outras, e outras, e assim se vai seguindo… Compreender que o crescimento não ocorre apenas de vitórias e que as derrotas também tem o seu valor, também é uma conquista. Tire um tempo para pensar em você, para planejar sua semana, suas atividades, seu crescimento… Mas melhor que isso: Ponha a mão na massa! Faça com o coração!

A vida é o dia a dia, e o momento de fazermos algo grande é todo o dia! Portanto, se conheça, se desafie, planeje, ouse e conquiste! “O futuro pertence àqueles que acreditam na beleza dos seus sonhos!”



(Fonte: Contemporânea RH)

Qual é o próximo passo?


Todo o dia a correria nos toma um tempo precioso, e que muitas vezes acarreta no esquecimento da reflexão de quem somos e para onde vamos. Questionar-se “quem sou eu” ou “para onde quero ir” deveria ser um indagação diária, ou pelo menos, no mínimo semanal na vida de todos os sujeitos, afinal, o autoconhecimento nos proporciona liberdade e abertura para crescimento pessoal e profissional. Escrevendo assim, parece uma tarefa fácil, mas colocar em prática, será que é tão simples assim? E por onde começar?

1) Você precisa entender que o processo de autoconhecimento tem um início, mas não terá um fim.

2) É preciso paciência para identificar seus três principais pontos fracos e seus três principais pontos fortes.

3) Você precisará aprender a aceitar seus pontos fracos, e terá que buscar desenvolvê-los, entendendo que, você não será 100% em tudo.

4) Você precisará potencializar seus pontos fortes, direcionando-os para auxiliá-los em suas ações e decisões.

5) É preciso começar!

Pequenas atitudes possibilitam um melhor conhecimento de quem somos. Entender como surgem nossas emoções, como nosso corpo reage à determinadas situações, possibilitam a administração de características a nosso favor, o que é, um diferencial valioso. Se conhecer, torna o dia a dia mais produtivo e assertivo.

Aliado a isso, não basta apenas o autoconhecimento se não tivermos um propósito. O propósito direciona as ações, as quais, aliadas ao autoconhecimento, potencializam sua concretização. É preciso que criemos uma missão de vida! Ao atingirmos, é necessário que criemos outras, e outras, e outras, e assim se vai seguindo… Compreender que o crescimento não ocorre apenas de vitórias e que as derrotas também tem o seu valor, também é uma conquista. Tire um tempo para pensar em você, para planejar sua semana, suas atividades, seu crescimento… Mas melhor que isso: Ponha a mão na massa! Faça com o coração!

A vida é o dia a dia, e o momento de fazermos algo grande é todo o dia! Portanto, se conheça, se desafie, planeje, ouse e conquiste! “O futuro pertence àqueles que acreditam na beleza dos seus sonhos!”



(Fonte: Contemporânea RH)

Plano de Carreira – Você e a empresa

Segundo pesquisas, no Brasil apenas 25% das pessoas ficam numa mesma empresa mais de cinco anos.

Em um passado não muito distante, tão logo as pessoas terminavam seus estudos já entravam em uma empresa e lá permaneciam até sua aposentadoria. Atualmente este fato é tão raro que algumas pessoas chegam a questionar o motivo de uma permanência tão longa, se a pessoa não trilhou sua própria carreira.

Isto acontece porque segundo pesquisas, no Brasil apenas 25% dos colaboradores permanecem em uma mesma empresa mais de cinco anos. Existe uma busca cada vez maior de novos desafios e outras possibilidades, sobretudo dos jovens, uma geração que olha para o trabalho de forma diferente de seus pais e avós.

Com esta nova vertente no mercado, surgiu então o plano de carreira, uma estruturação organizacional que possibilita aos colaboradores evoluírem e galgarem novas posições na empresa.

As organizações buscam manter em seu quadro os colaboradores que sejam talentosos e comprometidos. Para tanto, estudam, elaboram e planejam como o plano de carreira acontecerá.

De forma muito simplista, podemos dizer que o planejamento para um plano de carreira é composto por três etapas:

A primeira diz onde você está atualmente em relação ao cargo ocupado, remuneração, suas competências, formação acadêmica, histórico profissional, etc.
A segunda mostra até onde você pode chegar e quais os conhecimentos, habilidades e atitudes a serem desenvolvidas para que você possa alcançar esta nova posição.
E por fim, a terceira mostra quais os passos necessários para o caminho a ser percorrido.
É um processo minucioso, cheio de detalhes e que envolve muita dedicação por parte dos gestores de pessoas, mas existe também o lado do colaborador e é neste lado que queremos chamar a sua atenção. O que você tem feito para o seu plano de carreira?

Quais são as ações que você como profissional tem buscado por conta própria, sem esperar sentado que a empresa faça tudo para que sua carreira possa acontecer?

Este é um momento de repensar, de reavaliar e de aproveitar que você desfruta da empregabilidade para buscar mais conhecimento e aprimorar suas habilidades, pois o mercado está repleto de profissionais desempregados, desejosos por seu cargo e seu salário. Em momentos de crise como o que vivenciamos atualmente, essa realidade se torna ainda mais latente e dinâmica, criando um processo de seleção natural dentro das organizações.

Logo, se você souber aproveitar as oportunidades que tem diante de si, sua carreira colherá os frutos do reconhecimento pelas ações plantadas agora.



(Fonte: Blog RH)

Plano de Carreira – Você e a empresa

Segundo pesquisas, no Brasil apenas 25% das pessoas ficam numa mesma empresa mais de cinco anos.

Em um passado não muito distante, tão logo as pessoas terminavam seus estudos já entravam em uma empresa e lá permaneciam até sua aposentadoria. Atualmente este fato é tão raro que algumas pessoas chegam a questionar o motivo de uma permanência tão longa, se a pessoa não trilhou sua própria carreira.

Isto acontece porque segundo pesquisas, no Brasil apenas 25% dos colaboradores permanecem em uma mesma empresa mais de cinco anos. Existe uma busca cada vez maior de novos desafios e outras possibilidades, sobretudo dos jovens, uma geração que olha para o trabalho de forma diferente de seus pais e avós.

Com esta nova vertente no mercado, surgiu então o plano de carreira, uma estruturação organizacional que possibilita aos colaboradores evoluírem e galgarem novas posições na empresa.

As organizações buscam manter em seu quadro os colaboradores que sejam talentosos e comprometidos. Para tanto, estudam, elaboram e planejam como o plano de carreira acontecerá.

De forma muito simplista, podemos dizer que o planejamento para um plano de carreira é composto por três etapas:

A primeira diz onde você está atualmente em relação ao cargo ocupado, remuneração, suas competências, formação acadêmica, histórico profissional, etc.
A segunda mostra até onde você pode chegar e quais os conhecimentos, habilidades e atitudes a serem desenvolvidas para que você possa alcançar esta nova posição.
E por fim, a terceira mostra quais os passos necessários para o caminho a ser percorrido.
É um processo minucioso, cheio de detalhes e que envolve muita dedicação por parte dos gestores de pessoas, mas existe também o lado do colaborador e é neste lado que queremos chamar a sua atenção. O que você tem feito para o seu plano de carreira?

Quais são as ações que você como profissional tem buscado por conta própria, sem esperar sentado que a empresa faça tudo para que sua carreira possa acontecer?

Este é um momento de repensar, de reavaliar e de aproveitar que você desfruta da empregabilidade para buscar mais conhecimento e aprimorar suas habilidades, pois o mercado está repleto de profissionais desempregados, desejosos por seu cargo e seu salário. Em momentos de crise como o que vivenciamos atualmente, essa realidade se torna ainda mais latente e dinâmica, criando um processo de seleção natural dentro das organizações.

Logo, se você souber aproveitar as oportunidades que tem diante de si, sua carreira colherá os frutos do reconhecimento pelas ações plantadas agora.



(Fonte: Blog RH)

Introvertidos na Liderança: vantagens organizacionais

Como transformar a introversão em vantagem organizacional para uma boa atuação na liderança.

Muitas empresas aplicam testes em seus colaboradores buscando cada vez mais encontrar o perfil ideal de liderança e influenciadores para seu quadro de colaboradores. E neste sentido, a busca por bons oradores e argumentadores sempre atrelada aos mais falantes deixou, muitas vezes, os introvertidos fora da cogitação para a promoção de cargos gerenciais. Ao longo da história não foram poucos os relatos de pessoas excluídas de uma seleção interna por conta de seu perfil reservado e cauteloso.

No entanto, o rótulo dos introvertidos vem perdendo espaço como visão errônea em muitos ambientes corporativos e tem sido contraposto por uma pesquisadora americana, Jennifer B. Kahnweiler, autora do livro “A Força dos Quietos”, que aborda uma perspectiva empresarial para os profissionais mais calados. Pensamentos mais profundos, mergulho na criatividade e reserva ao se expor são características dos profissionais introvertidos, que possuem sim capacidade de liderança, podendo ter um grande número de liderados desejosos por segui-los.

O autocontrole, o pensar antes de agir e o silencio contraditório ao barulhento extrovertido fazem com que o ambiente empresarial fique mais sereno quando conduzidos por profissionais com perfis mais introvertidos, e não menos profissional. A habilidade de persuasão, por sua vez, se torna quase que imperceptível, visto que o comportamento do introvertido reafirma a liderança pelo comportamento e não convencimento.

O que precisamos ter em mente é que cada temperamento e personalidade têm seus pontos fracos e fortes, sendo que devemos saber respeitar cada jeito de ser e buscar adequar o processo de adaptação entre todos da equipe. Mas é mais do que chegado o momento em que as pesquisas evidenciam as grandes vantagens dos quietos no comando da liderança.

Por isso trouxemos 05 razões que mostram por que os introvertidos podem se dar muito bem na liderança:



1. Eles são bons ouvintes

Nada é mais importante do que saber ouvir sua equipe. E esta é uma habilidade nata dos introvertidos. Com o perfil de processar sempre as informações antes de tomar uma ação ou reagir, eles avaliam cuidadosamente os detalhes antes de simplesmente falar o que vem à mente. Com isso também são capazes de gerir mais informações vindas de sua equipe e transformá-las em potencial produtivo, seja analisando novas ideias, sugestões ou mesmo permanecendo atento à opiniões e comentários que podem favorecer as ações corporativas. E essa prática também gera uma relação mais aberta e amigável com a equipe.



2. Eles são flexíveis e confiam em seu time

Como os introvertidos tem uma característica de liderança compartilhada justamente por serem bons ouvintes, há maiores probabilidades de que eles deem mais espaço e autonomia para sua equipe trabalhar, pois valorizam as iniciativas de cada membro do seu time. Isso promove mais flexibilidade para o trabalho diário e torna sua equipe mais confiante e preparada.



3. Eles são independentes e promovem a independência

Introvertidos precisam do seu próprio tempo e espaço. Eles são naturalmente independentes e sabem da importância de respeitar os limites de cada um. É por isso que também dão mais espaço aos seus colaboradores e acreditam em gerar equipes independentes, que saibam atuar em situações diversas e mesmo quando não há presença da liderança em alguma ocasião de urgência. Isso gera times mais desenvolvidos e ativos, além de promover também o espírito de criatividade e jogo de cintura em cada membro da equipe, criando um clima saudável em que todos são igualmente responsáveis pelas atividades, sem que exista a necessidade de um chefe pegando no pé o tempo todo para que os resultados apareçam.



4. Eles transmitem calma e serenidade

Introvertidos não são apenas mais silenciosos que os extrovertidos. Eles também são mais calmos, serenos e sinceros. Esse perfil é essencial para uma liderança mais positiva e um clima organizacional mais agradável, já que é comum que as pressões do dia a dia gerem conflitos e emoções inflamadas. Líderes mais calmos tornam-se espelhos para suas equipes, que também adotam essa postura no tratamento com os clientes e refletem resultados mais acolhedores e eficientes.


5. Eles são mais assertivos em tomar decisões

O comportamento mais reflexivo dos extrovertidos os leva a considerar todos os lados de uma questão antes de tomar uma decisão, o que pode torna-la mais assertiva do que as decisões por vezes precipitadas ou impensadas de um extrovertido. Esse potencial de assertividade pode ser fundamental em situações de risco ou mesmo em grandes projetos, pois levam em consideração também todas as ameaças que podem comprometer o sucesso dos resultados, beneficiando os resultados corporativos como um todo e transmitindo a imagem de uma liderança confiável, experiente e exemplar.

Introvertidos na Liderança: vantagens organizacionais

Como transformar a introversão em vantagem organizacional para uma boa atuação na liderança.

Muitas empresas aplicam testes em seus colaboradores buscando cada vez mais encontrar o perfil ideal de liderança e influenciadores para seu quadro de colaboradores. E neste sentido, a busca por bons oradores e argumentadores sempre atrelada aos mais falantes deixou, muitas vezes, os introvertidos fora da cogitação para a promoção de cargos gerenciais. Ao longo da história não foram poucos os relatos de pessoas excluídas de uma seleção interna por conta de seu perfil reservado e cauteloso.

No entanto, o rótulo dos introvertidos vem perdendo espaço como visão errônea em muitos ambientes corporativos e tem sido contraposto por uma pesquisadora americana, Jennifer B. Kahnweiler, autora do livro “A Força dos Quietos”, que aborda uma perspectiva empresarial para os profissionais mais calados. Pensamentos mais profundos, mergulho na criatividade e reserva ao se expor são características dos profissionais introvertidos, que possuem sim capacidade de liderança, podendo ter um grande número de liderados desejosos por segui-los.

O autocontrole, o pensar antes de agir e o silencio contraditório ao barulhento extrovertido fazem com que o ambiente empresarial fique mais sereno quando conduzidos por profissionais com perfis mais introvertidos, e não menos profissional. A habilidade de persuasão, por sua vez, se torna quase que imperceptível, visto que o comportamento do introvertido reafirma a liderança pelo comportamento e não convencimento.

O que precisamos ter em mente é que cada temperamento e personalidade têm seus pontos fracos e fortes, sendo que devemos saber respeitar cada jeito de ser e buscar adequar o processo de adaptação entre todos da equipe. Mas é mais do que chegado o momento em que as pesquisas evidenciam as grandes vantagens dos quietos no comando da liderança.

Por isso trouxemos 05 razões que mostram por que os introvertidos podem se dar muito bem na liderança:



1. Eles são bons ouvintes

Nada é mais importante do que saber ouvir sua equipe. E esta é uma habilidade nata dos introvertidos. Com o perfil de processar sempre as informações antes de tomar uma ação ou reagir, eles avaliam cuidadosamente os detalhes antes de simplesmente falar o que vem à mente. Com isso também são capazes de gerir mais informações vindas de sua equipe e transformá-las em potencial produtivo, seja analisando novas ideias, sugestões ou mesmo permanecendo atento à opiniões e comentários que podem favorecer as ações corporativas. E essa prática também gera uma relação mais aberta e amigável com a equipe.



2. Eles são flexíveis e confiam em seu time

Como os introvertidos tem uma característica de liderança compartilhada justamente por serem bons ouvintes, há maiores probabilidades de que eles deem mais espaço e autonomia para sua equipe trabalhar, pois valorizam as iniciativas de cada membro do seu time. Isso promove mais flexibilidade para o trabalho diário e torna sua equipe mais confiante e preparada.



3. Eles são independentes e promovem a independência

Introvertidos precisam do seu próprio tempo e espaço. Eles são naturalmente independentes e sabem da importância de respeitar os limites de cada um. É por isso que também dão mais espaço aos seus colaboradores e acreditam em gerar equipes independentes, que saibam atuar em situações diversas e mesmo quando não há presença da liderança em alguma ocasião de urgência. Isso gera times mais desenvolvidos e ativos, além de promover também o espírito de criatividade e jogo de cintura em cada membro da equipe, criando um clima saudável em que todos são igualmente responsáveis pelas atividades, sem que exista a necessidade de um chefe pegando no pé o tempo todo para que os resultados apareçam.



4. Eles transmitem calma e serenidade

Introvertidos não são apenas mais silenciosos que os extrovertidos. Eles também são mais calmos, serenos e sinceros. Esse perfil é essencial para uma liderança mais positiva e um clima organizacional mais agradável, já que é comum que as pressões do dia a dia gerem conflitos e emoções inflamadas. Líderes mais calmos tornam-se espelhos para suas equipes, que também adotam essa postura no tratamento com os clientes e refletem resultados mais acolhedores e eficientes.


5. Eles são mais assertivos em tomar decisões

O comportamento mais reflexivo dos extrovertidos os leva a considerar todos os lados de uma questão antes de tomar uma decisão, o que pode torna-la mais assertiva do que as decisões por vezes precipitadas ou impensadas de um extrovertido. Esse potencial de assertividade pode ser fundamental em situações de risco ou mesmo em grandes projetos, pois levam em consideração também todas as ameaças que podem comprometer o sucesso dos resultados, beneficiando os resultados corporativos como um todo e transmitindo a imagem de uma liderança confiável, experiente e exemplar.

As 10 fotografias mais famosas da história










(Fonte: Catraca Livre)

As 10 fotografias mais famosas da história










(Fonte: Catraca Livre)

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Canal ensina a cantar em inglês mostrando as pronúncias corretas

O canal Cantar Inglês, comandado pela professora Sandra (Sendi para os mais íntimos), ensina de maneira bem didática a pronúncia correta de letras de músicas em inglês.

“Hello, it’s me”, frase que abre o hit de Adele, por exemplo, foi simplificada para a compreensão com “râlôu êts mi”. Fácil, não é?

São várias videoaulas com músicas de Ed sheeran, Sia, Justin Bieber, Demi Lovato, Beyoncé, Rihanna e muito mais. Veja alguns dos vídeos abaixo:








Inscreva-se em um dos melhores cursos de Inglês do Brasil.


(Fonte: Catraca Livre)

Canal ensina a cantar em inglês mostrando as pronúncias corretas

O canal Cantar Inglês, comandado pela professora Sandra (Sendi para os mais íntimos), ensina de maneira bem didática a pronúncia correta de letras de músicas em inglês.

“Hello, it’s me”, frase que abre o hit de Adele, por exemplo, foi simplificada para a compreensão com “râlôu êts mi”. Fácil, não é?

São várias videoaulas com músicas de Ed sheeran, Sia, Justin Bieber, Demi Lovato, Beyoncé, Rihanna e muito mais. Veja alguns dos vídeos abaixo:








Inscreva-se em um dos melhores cursos de Inglês do Brasil.


(Fonte: Catraca Livre)

terça-feira, 16 de agosto de 2016

Microsoft anuncia mudanças no sistema de atualizações do Windows 7 e 8.1


A Microsoft vai adotar uma prática um pouco mais eficiente de atualizar o Windows 7 e o 8.1, inspirada no que a empresa tem feito com a versão 10 do sistema. Agora, estas versões mais antigas do sistema receberão atualizações cumulativas, o que é um alívio para quem está atrasado com os updates.

Nas versões anteriores do sistema operacional, a prática era a de liberar vários pacotes individuais de atualização a cada mês. Se o tempo passava e o PC não era atualizado, o processo de realizar a atualização se tornava um martírio, uma vez que a máquina precisava baixar às vezes centenas de pacotes de updates e, no processo de instalá-los, reiniciar várias vezes. Quem precisou instalar recentemente o Windows 7 e precisou atualizá-lo sabe como a situação é desagradável.

No Windows 10, isso é feito de uma forma um pouco mais inteligente. As atualizações ainda são disponibilizadas em pacotes individuais, mas a Microsoft agora libera pacotes cumulativos frequentes. Isso significa que, se você passar muito tempo sem atualizar um PC, você só precisa baixar um pacote gigante com todos os updates necessários, o que é mais eficiente.

A Microsoft já havia sinalizado a chegada de algo do tipo em maio, quando a empresa lançou um pacote de atualizações com todos os updates desde o Service Pack 1 do Windows 7 (mas não chamou de Service Pack 2, por algum motivo).

A empresa deve começar a colocar o plano em prática em outubro deste ano, quando lançará o pacote cumulativo daquele mês com todas as atualizações do Windows 7 e 8.1. Os pacotes mensais seguintes também incluirão os anteriores. Além disso, a empresa planeja que a partir de 2017 começará a “voltar no tempo” para incluir atualizações anteriores à implantação das novas práticas, provavelmente até o Service Pack 1 do Windows 7 e o lançamento do Windows 8.1.


(Via: Ars Technica)

Microsoft anuncia mudanças no sistema de atualizações do Windows 7 e 8.1


A Microsoft vai adotar uma prática um pouco mais eficiente de atualizar o Windows 7 e o 8.1, inspirada no que a empresa tem feito com a versão 10 do sistema. Agora, estas versões mais antigas do sistema receberão atualizações cumulativas, o que é um alívio para quem está atrasado com os updates.

Nas versões anteriores do sistema operacional, a prática era a de liberar vários pacotes individuais de atualização a cada mês. Se o tempo passava e o PC não era atualizado, o processo de realizar a atualização se tornava um martírio, uma vez que a máquina precisava baixar às vezes centenas de pacotes de updates e, no processo de instalá-los, reiniciar várias vezes. Quem precisou instalar recentemente o Windows 7 e precisou atualizá-lo sabe como a situação é desagradável.

No Windows 10, isso é feito de uma forma um pouco mais inteligente. As atualizações ainda são disponibilizadas em pacotes individuais, mas a Microsoft agora libera pacotes cumulativos frequentes. Isso significa que, se você passar muito tempo sem atualizar um PC, você só precisa baixar um pacote gigante com todos os updates necessários, o que é mais eficiente.

A Microsoft já havia sinalizado a chegada de algo do tipo em maio, quando a empresa lançou um pacote de atualizações com todos os updates desde o Service Pack 1 do Windows 7 (mas não chamou de Service Pack 2, por algum motivo).

A empresa deve começar a colocar o plano em prática em outubro deste ano, quando lançará o pacote cumulativo daquele mês com todas as atualizações do Windows 7 e 8.1. Os pacotes mensais seguintes também incluirão os anteriores. Além disso, a empresa planeja que a partir de 2017 começará a “voltar no tempo” para incluir atualizações anteriores à implantação das novas práticas, provavelmente até o Service Pack 1 do Windows 7 e o lançamento do Windows 8.1.


(Via: Ars Technica)

Dados completamente dispensáveis em um currículo

Nas mãos de recrutadores atribulados pelo excesso de trabalho e pela falta de tempo, currículos muito longos e prolixos têm destino certo: a lixeira.

Mas não basta ser econômico nas palavras (e nas laudas) para evitar que o seu CV seja eliminado de cara por possíveis empregadores. Também é preciso ser seletivo com o conteúdo, isto é, saber quais informações são realmente indispensáveis para compor o seu retrato profissional.

Isabela Tuca, consultora da Randstad Professionals, diz que muitos candidatos elaboram CVs recheados de detalhes sobre suas rotinas de trabalho, mas se esquecem de incluir números e outros indicadores concretos dos resultados que obtiveram em cada emprego — um tipo de dado crucial para a seleção.

Do ponto de vista do recrutador, talvez não importe muito a lista de atribuições que você tinha quando era gerente comercial em 2011, por exemplo. Por outro lado, saber que você gerou um crescimento de 20% nas vendas da empresa pode fazer os olhos dele brilharem.

Para não se perder, é bom ter em mente a estrutura básica de um CV. Ele deve contemplar as seguintes seções: identidade do candidato (nome, nacionalidade, idade e dados para contato), formação acadêmica e experiências profissionais. Idiomas, atividades de aperfeiçoamento e hobbies podem aparecer ao final do documento.

Para Alexandre Kalman, sócio da Hound Consultoria, o campo “experiências profissionais” é o que mais causa confusões e exageros. “Já vimos CVs com 20 ou 30 tópicos explicativos para cada emprego”, afirma. “Também é a seção em que a linguagem costuma ser mais prolixa e imprecisa”.

O excesso, porém, pode aparecer por todo o documento — e precisa ser eliminado. Veja a seguir 8 pontos que você pode cortar sem medo do seu currículo:


1. Referências profissionais
Seu ex-chefe é seu fã e certamente recomendaria você como profissional? Pode ser interessante passar os contatos dele para um potencial empregador, mas não no currículo. Segundo Isabela Tuca, consultora da Randstad Professionals, a informação deve ser compartilhada apenas se os recrutadores a solicitarem na fase da entrevista. No CV, nome e telefone de referências profissionais só servem para roubar espaço de outros dados mais importantes.

2. Último salário ou remuneração pretendida
Na visão de Tuca, dinheiro é um assunto delicado demais para ser tratado no espaço limitado e inexpressivo de um currículo. “Se já você estabelece um limite para o salário no CV, pode ser excluído automaticamente de alguns processos”, explica. “É melhor falar disso na entrevista presencial, quando é possível olhar no olho do recrutador, negociar e refletir sobre outras variáveis, como o pacote de benefícios e o local de trabalho”.

3.  Excesso de informações para contato
E-mail, número do celular e link para o seu perfil no LinkedIn costumam bastar para que um recrutador encontre você. Segundo Alexandre Kalman, sócio da Hound Consultoria, é desnecessário apresentar outras formas de contato no currículo, como telefone de terceiros para recados ou perfis em rede sociais não-profissionais, como Facebook e Twitter.

4. Dados da sua vida pessoal
Informações que não digam respeito a quem você é como profissional podem ser dispensadas, inclusive na etapa da entrevista. Assim, dizem Kalman e Tuca, você não precisa dizer no currículo se fuma, tem filhos ou é praticante de alguma religião, por exemplo. Também é desnecessário incluir o seu endereço residencial completo: basta informar a zona da cidade ou o bairro onde você mora.

5. Autoavaliação comportamental
Você pode ter uma autoestima invejável, mas nem nesse caso deve rechear o seu currículo com expressões elogiosas à sua própria conduta profissional. Adjetivos como “criativo”, “dinâmico”, “persistente” ou “incansável” devem ser eliminados do documento, segundo Kalman. Além de soar antipática, a tática é inútil. Quem deve avaliar se você tem ou não essas qualidades é o recrutador.

6. Histórico escolar pré-faculdade
Citar todas as escolas pelas quais você passou na infância e adolescência é completamente desnecessário — por mais famosas e respeitadas que elas sejam. De acordo com Tuca, a instituição em que você cursou o ensino médio pode ser relevante, no máximo, se você almeja uma vaga de estágio. Para todos os outros casos, só merece espaço do currículo a formação acadêmica universitária.

7. Razões por trás de desligamentos
Como o currículo deve ser sucinto, dificilmente você será capaz de contar toda a sua história nos limites exíguos do documento. “Não tente explicar por escrito eventuais demissões ou períodos de desemprego”, diz Tuca. “Fale desses detalhes na entrevista, cara a cara com o recrutador”. Além de economizar espaço, você evitará mal-entendidos e conclusões precipitadas sobre você.

8. Hobbies “aleatórios”
Não há problema em mencionar atividades que você pratica por prazer no seu CV. Porém, é bom que elas tenham alguma relação com o seu perfil profissional. Informar que você faz teatro, por exemplo, pode ser interessante se a posição exige boas habilidades de comunicação. Mas não é recomendável mencionar atividades aleatórias, que não refletem nenhuma característica útil para o trabalho. “Se não há nenhum significado interessante por trás do hobby, é melhor deixá-lo de fora do currículo”, diz Kalman.



(Fonte: Exame)

Dados completamente dispensáveis em um currículo

Nas mãos de recrutadores atribulados pelo excesso de trabalho e pela falta de tempo, currículos muito longos e prolixos têm destino certo: a lixeira.

Mas não basta ser econômico nas palavras (e nas laudas) para evitar que o seu CV seja eliminado de cara por possíveis empregadores. Também é preciso ser seletivo com o conteúdo, isto é, saber quais informações são realmente indispensáveis para compor o seu retrato profissional.

Isabela Tuca, consultora da Randstad Professionals, diz que muitos candidatos elaboram CVs recheados de detalhes sobre suas rotinas de trabalho, mas se esquecem de incluir números e outros indicadores concretos dos resultados que obtiveram em cada emprego — um tipo de dado crucial para a seleção.

Do ponto de vista do recrutador, talvez não importe muito a lista de atribuições que você tinha quando era gerente comercial em 2011, por exemplo. Por outro lado, saber que você gerou um crescimento de 20% nas vendas da empresa pode fazer os olhos dele brilharem.

Para não se perder, é bom ter em mente a estrutura básica de um CV. Ele deve contemplar as seguintes seções: identidade do candidato (nome, nacionalidade, idade e dados para contato), formação acadêmica e experiências profissionais. Idiomas, atividades de aperfeiçoamento e hobbies podem aparecer ao final do documento.

Para Alexandre Kalman, sócio da Hound Consultoria, o campo “experiências profissionais” é o que mais causa confusões e exageros. “Já vimos CVs com 20 ou 30 tópicos explicativos para cada emprego”, afirma. “Também é a seção em que a linguagem costuma ser mais prolixa e imprecisa”.

O excesso, porém, pode aparecer por todo o documento — e precisa ser eliminado. Veja a seguir 8 pontos que você pode cortar sem medo do seu currículo:


1. Referências profissionais
Seu ex-chefe é seu fã e certamente recomendaria você como profissional? Pode ser interessante passar os contatos dele para um potencial empregador, mas não no currículo. Segundo Isabela Tuca, consultora da Randstad Professionals, a informação deve ser compartilhada apenas se os recrutadores a solicitarem na fase da entrevista. No CV, nome e telefone de referências profissionais só servem para roubar espaço de outros dados mais importantes.

2. Último salário ou remuneração pretendida
Na visão de Tuca, dinheiro é um assunto delicado demais para ser tratado no espaço limitado e inexpressivo de um currículo. “Se já você estabelece um limite para o salário no CV, pode ser excluído automaticamente de alguns processos”, explica. “É melhor falar disso na entrevista presencial, quando é possível olhar no olho do recrutador, negociar e refletir sobre outras variáveis, como o pacote de benefícios e o local de trabalho”.

3.  Excesso de informações para contato
E-mail, número do celular e link para o seu perfil no LinkedIn costumam bastar para que um recrutador encontre você. Segundo Alexandre Kalman, sócio da Hound Consultoria, é desnecessário apresentar outras formas de contato no currículo, como telefone de terceiros para recados ou perfis em rede sociais não-profissionais, como Facebook e Twitter.

4. Dados da sua vida pessoal
Informações que não digam respeito a quem você é como profissional podem ser dispensadas, inclusive na etapa da entrevista. Assim, dizem Kalman e Tuca, você não precisa dizer no currículo se fuma, tem filhos ou é praticante de alguma religião, por exemplo. Também é desnecessário incluir o seu endereço residencial completo: basta informar a zona da cidade ou o bairro onde você mora.

5. Autoavaliação comportamental
Você pode ter uma autoestima invejável, mas nem nesse caso deve rechear o seu currículo com expressões elogiosas à sua própria conduta profissional. Adjetivos como “criativo”, “dinâmico”, “persistente” ou “incansável” devem ser eliminados do documento, segundo Kalman. Além de soar antipática, a tática é inútil. Quem deve avaliar se você tem ou não essas qualidades é o recrutador.

6. Histórico escolar pré-faculdade
Citar todas as escolas pelas quais você passou na infância e adolescência é completamente desnecessário — por mais famosas e respeitadas que elas sejam. De acordo com Tuca, a instituição em que você cursou o ensino médio pode ser relevante, no máximo, se você almeja uma vaga de estágio. Para todos os outros casos, só merece espaço do currículo a formação acadêmica universitária.

7. Razões por trás de desligamentos
Como o currículo deve ser sucinto, dificilmente você será capaz de contar toda a sua história nos limites exíguos do documento. “Não tente explicar por escrito eventuais demissões ou períodos de desemprego”, diz Tuca. “Fale desses detalhes na entrevista, cara a cara com o recrutador”. Além de economizar espaço, você evitará mal-entendidos e conclusões precipitadas sobre você.

8. Hobbies “aleatórios”
Não há problema em mencionar atividades que você pratica por prazer no seu CV. Porém, é bom que elas tenham alguma relação com o seu perfil profissional. Informar que você faz teatro, por exemplo, pode ser interessante se a posição exige boas habilidades de comunicação. Mas não é recomendável mencionar atividades aleatórias, que não refletem nenhuma característica útil para o trabalho. “Se não há nenhum significado interessante por trás do hobby, é melhor deixá-lo de fora do currículo”, diz Kalman.



(Fonte: Exame)

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

6 Atitudes para se adaptar ao mercado de trabalho do futuro


Confira o que é fundamental para quem deseja continuar se destacando no mercado de trabalho nos próximos dez anos, segundo especialistas.

Você pode estar em um bom emprego e se sentir totalmente adaptado ao mercado de trabalho atual. Mas, será que essa realidade vai durar até a próxima década?

O que fazer para manter amanhã o sucesso conquistado hoje? EXAME.com fez essa pergunta a três especialistas do mercado. Confira o que eles disseram:

1 Visão generalista

Amplie o foco de atuação, mesmo que você já seja especialista em um assunto. Olhe para os lados, entenda onde você se situa e descubra o funcionamento dos outros departamentos da empresa. Adquira conhecimentos não necessariamente ligados ao seu trabalho.

“Temos visto uma tendência mais generalista. Um profissional da área financeira não pode ter o olhar apenas voltado a números, precisa entender o impacto de sua atividade na empresa como um todo”, diz Adriano Araújo, diretor executivo de RH do Grupo Empreza.

Para Henrique Gamba, gerente executivo de TI da Talenses, profissionais com conhecimentos mais abrangentes já têm se destacado aos olhos dos recrutadores. “Em mercados mais maduros, como Estados Unidos e Europa, é uma tendência mais consolidada”, diz.

2 Faça autogestão do conhecimento

Não espere ouvir do seu chefe que você precisa estudar determinado assunto, prepare-se de antemão e preencha eventuais lacunas na sua formação profissional, recomendam os especialistas consultados.

Esta, aliás, é uma das conclusões de um recente estudo realizado pelo do LinkedIn, em conjunto com a PwC. Para se manter preparado para o mercado do futuro é preciso se antecipar às necessidades que possam vir a surgir.

“Quando o profissional se acomoda, fica obsoleto rapidamente”, diz a presidente do Grupo Empreza, Helena Ribeiro.

3 Esteja aberto para lidar com outras culturas

Diversidade e multiculturalidade. Estes dois conceitos dão o tom do mercado de trabalho do futuro, segundo os entrevistados.
Esteja aberto para trabalhar com pessoas diferentes de você, em todos os sentidos. “As diferenças enriquecem o pensamento”, diz Helena.

Compreender e se adaptar para lidar com as diferenças culturais é a chave para se dar bem no mercado globalizado. Intercâmbios culturais são ótimas oportunidades de se desenvolver neste sentido.

4 Estude outras línguas

De acordo com Henrique Gamba, uma das grandes deficiências atuais dos profissionais brasileiros é a falta de domínio do inglês. “Nesse sentido, o Brasil está perdendo para outras economias, como China, Índia e Rússia que têm muito mais profissionais fluentes no idioma”, diz.

Se essa é já é uma demanda hoje, para o futuro é urgente. E só falar inglês não basta. Profissionais fluentes também em outros idiomas, como o espanhol, por exemplo, têm mais chances de se destacar.

5 Prepare-se para outros modelos de entrevista de emprego

Uma maneira de se antecipar às mudanças do mercado é olhar para a realidade atual de outros países, segundo Gamba. Nos Estados Unidos, por exemplo, entrevistas de emprego por telefone ou videoconferência já são bastante comuns. “Para o brasileiro, ainda é difícil se acostumar a este modelo”, diz.

6 Acostume-se ao trabalho remoto e em equipe

Uma nova forma de trabalho que tem se estabelecido é remota, móvel e com equipes distribuídas em diferentes locais.

“Já há gestores coordenando equipes espalhadas em outros países e em em dez anos isso tende a ser mais aguçado”, diz Gamba.
E nesse sentido disciplina, organização e comunicação são fundamentais para conquistar resultados nesta modalidade de trabalho. Adapte-se.


(Fonte: Céu)

6 Atitudes para se adaptar ao mercado de trabalho do futuro


Confira o que é fundamental para quem deseja continuar se destacando no mercado de trabalho nos próximos dez anos, segundo especialistas.

Você pode estar em um bom emprego e se sentir totalmente adaptado ao mercado de trabalho atual. Mas, será que essa realidade vai durar até a próxima década?

O que fazer para manter amanhã o sucesso conquistado hoje? EXAME.com fez essa pergunta a três especialistas do mercado. Confira o que eles disseram:

1 Visão generalista

Amplie o foco de atuação, mesmo que você já seja especialista em um assunto. Olhe para os lados, entenda onde você se situa e descubra o funcionamento dos outros departamentos da empresa. Adquira conhecimentos não necessariamente ligados ao seu trabalho.

“Temos visto uma tendência mais generalista. Um profissional da área financeira não pode ter o olhar apenas voltado a números, precisa entender o impacto de sua atividade na empresa como um todo”, diz Adriano Araújo, diretor executivo de RH do Grupo Empreza.

Para Henrique Gamba, gerente executivo de TI da Talenses, profissionais com conhecimentos mais abrangentes já têm se destacado aos olhos dos recrutadores. “Em mercados mais maduros, como Estados Unidos e Europa, é uma tendência mais consolidada”, diz.

2 Faça autogestão do conhecimento

Não espere ouvir do seu chefe que você precisa estudar determinado assunto, prepare-se de antemão e preencha eventuais lacunas na sua formação profissional, recomendam os especialistas consultados.

Esta, aliás, é uma das conclusões de um recente estudo realizado pelo do LinkedIn, em conjunto com a PwC. Para se manter preparado para o mercado do futuro é preciso se antecipar às necessidades que possam vir a surgir.

“Quando o profissional se acomoda, fica obsoleto rapidamente”, diz a presidente do Grupo Empreza, Helena Ribeiro.

3 Esteja aberto para lidar com outras culturas

Diversidade e multiculturalidade. Estes dois conceitos dão o tom do mercado de trabalho do futuro, segundo os entrevistados.
Esteja aberto para trabalhar com pessoas diferentes de você, em todos os sentidos. “As diferenças enriquecem o pensamento”, diz Helena.

Compreender e se adaptar para lidar com as diferenças culturais é a chave para se dar bem no mercado globalizado. Intercâmbios culturais são ótimas oportunidades de se desenvolver neste sentido.

4 Estude outras línguas

De acordo com Henrique Gamba, uma das grandes deficiências atuais dos profissionais brasileiros é a falta de domínio do inglês. “Nesse sentido, o Brasil está perdendo para outras economias, como China, Índia e Rússia que têm muito mais profissionais fluentes no idioma”, diz.

Se essa é já é uma demanda hoje, para o futuro é urgente. E só falar inglês não basta. Profissionais fluentes também em outros idiomas, como o espanhol, por exemplo, têm mais chances de se destacar.

5 Prepare-se para outros modelos de entrevista de emprego

Uma maneira de se antecipar às mudanças do mercado é olhar para a realidade atual de outros países, segundo Gamba. Nos Estados Unidos, por exemplo, entrevistas de emprego por telefone ou videoconferência já são bastante comuns. “Para o brasileiro, ainda é difícil se acostumar a este modelo”, diz.

6 Acostume-se ao trabalho remoto e em equipe

Uma nova forma de trabalho que tem se estabelecido é remota, móvel e com equipes distribuídas em diferentes locais.

“Já há gestores coordenando equipes espalhadas em outros países e em em dez anos isso tende a ser mais aguçado”, diz Gamba.
E nesse sentido disciplina, organização e comunicação são fundamentais para conquistar resultados nesta modalidade de trabalho. Adapte-se.


(Fonte: Céu)