sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Os hotéis mais luxuosos do mundo

Hotel Chocolat, Sta Lucia

Keemala Resort - Phuket, Tailândia

Rosewood Mayakoba, México

Four Season Hotel George V, Paris

Royal Davui Island Resort, Fiji

Emirates Palace, Abu Dhabi










quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Quem não tem direito a receber horas extras no trabalho?


Alguns empregados estão excluídos do direito de receber horas extras, mesmo quando ultrapassam a jornada normal de trabalho. É o caso, por exemplo, de quem ocupa cargo de gestão, como gerentes e diretores, que exercem cargos de confiança e recebem um salário mais elevado em razão de suas maiores responsabilidades, não havendo controle sobre sua jornada.

Outra hipótese de exclusão do recebimento de horas extras é o funcionário que executa serviços externos à empresa, desde que não seja possível o controle dos seus horários. Um funcionário que exerce a função de motorista, por exemplo, mas é monitorado via GPS, sendo possível, portanto, o acompanhamento da sua jornada de trabalho, não se enquadraria nessa hipótese.

Além dos exemplos citados, quando existe acordo de compensação ou banco de horas, o empregado poderá exceder sua jornada normal em um dia e compensar as horas ultrapassadas em outro, sem receber horas extras.



(Fonte: Camila Pati / EXAME)

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Nova moda gastronômica: Pokéburguer

Uma lanchonete na Austrália resolveu cair de cabeça na aventura do Pokémon GO e inovar em seus sanduíches. Eles criaram os POKÉBURGUERS, hambúrgueres inspirados em Pikachu, Bulbassauro e Charmander. Os treinadores e caçadores famintos não podem escolher qual dos três querem: você vai receber um lanche aleatoriamente. Faz parte da diversão.


Segundo o porta-voz da Hashtag Burgers, Ben Kagan contou ao Mashable Austrália, os sabores e ingredientes têm a ver com o estilo dos três personagens. “O Charmander é um pouquinho picante e tem uma espécie de queijo vulcânico saindo pra fora. O Bulbassauro é verde e mais limpo, mas tem gosto de Big Mac, na verdade. O Pikachu é um pouco mais bobo, com duas batatas fritas em cima dele [como as orelhas]''.

Cada Pokéburguer custa US$ 11,39 (R$ 36,64) e ficará no menu da lanchonete só até dia 3 de setembro.



(Fonte: Catraca Livre)

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Qual é o próximo passo?


Todo o dia a correria nos toma um tempo precioso, e que muitas vezes acarreta no esquecimento da reflexão de quem somos e para onde vamos. Questionar-se “quem sou eu” ou “para onde quero ir” deveria ser um indagação diária, ou pelo menos, no mínimo semanal na vida de todos os sujeitos, afinal, o autoconhecimento nos proporciona liberdade e abertura para crescimento pessoal e profissional. Escrevendo assim, parece uma tarefa fácil, mas colocar em prática, será que é tão simples assim? E por onde começar?

1) Você precisa entender que o processo de autoconhecimento tem um início, mas não terá um fim.

2) É preciso paciência para identificar seus três principais pontos fracos e seus três principais pontos fortes.

3) Você precisará aprender a aceitar seus pontos fracos, e terá que buscar desenvolvê-los, entendendo que, você não será 100% em tudo.

4) Você precisará potencializar seus pontos fortes, direcionando-os para auxiliá-los em suas ações e decisões.

5) É preciso começar!

Pequenas atitudes possibilitam um melhor conhecimento de quem somos. Entender como surgem nossas emoções, como nosso corpo reage à determinadas situações, possibilitam a administração de características a nosso favor, o que é, um diferencial valioso. Se conhecer, torna o dia a dia mais produtivo e assertivo.

Aliado a isso, não basta apenas o autoconhecimento se não tivermos um propósito. O propósito direciona as ações, as quais, aliadas ao autoconhecimento, potencializam sua concretização. É preciso que criemos uma missão de vida! Ao atingirmos, é necessário que criemos outras, e outras, e outras, e assim se vai seguindo… Compreender que o crescimento não ocorre apenas de vitórias e que as derrotas também tem o seu valor, também é uma conquista. Tire um tempo para pensar em você, para planejar sua semana, suas atividades, seu crescimento… Mas melhor que isso: Ponha a mão na massa! Faça com o coração!

A vida é o dia a dia, e o momento de fazermos algo grande é todo o dia! Portanto, se conheça, se desafie, planeje, ouse e conquiste! “O futuro pertence àqueles que acreditam na beleza dos seus sonhos!”



(Fonte: Contemporânea RH)

Plano de Carreira – Você e a empresa

Segundo pesquisas, no Brasil apenas 25% das pessoas ficam numa mesma empresa mais de cinco anos.

Em um passado não muito distante, tão logo as pessoas terminavam seus estudos já entravam em uma empresa e lá permaneciam até sua aposentadoria. Atualmente este fato é tão raro que algumas pessoas chegam a questionar o motivo de uma permanência tão longa, se a pessoa não trilhou sua própria carreira.

Isto acontece porque segundo pesquisas, no Brasil apenas 25% dos colaboradores permanecem em uma mesma empresa mais de cinco anos. Existe uma busca cada vez maior de novos desafios e outras possibilidades, sobretudo dos jovens, uma geração que olha para o trabalho de forma diferente de seus pais e avós.

Com esta nova vertente no mercado, surgiu então o plano de carreira, uma estruturação organizacional que possibilita aos colaboradores evoluírem e galgarem novas posições na empresa.

As organizações buscam manter em seu quadro os colaboradores que sejam talentosos e comprometidos. Para tanto, estudam, elaboram e planejam como o plano de carreira acontecerá.

De forma muito simplista, podemos dizer que o planejamento para um plano de carreira é composto por três etapas:

A primeira diz onde você está atualmente em relação ao cargo ocupado, remuneração, suas competências, formação acadêmica, histórico profissional, etc.
A segunda mostra até onde você pode chegar e quais os conhecimentos, habilidades e atitudes a serem desenvolvidas para que você possa alcançar esta nova posição.
E por fim, a terceira mostra quais os passos necessários para o caminho a ser percorrido.
É um processo minucioso, cheio de detalhes e que envolve muita dedicação por parte dos gestores de pessoas, mas existe também o lado do colaborador e é neste lado que queremos chamar a sua atenção. O que você tem feito para o seu plano de carreira?

Quais são as ações que você como profissional tem buscado por conta própria, sem esperar sentado que a empresa faça tudo para que sua carreira possa acontecer?

Este é um momento de repensar, de reavaliar e de aproveitar que você desfruta da empregabilidade para buscar mais conhecimento e aprimorar suas habilidades, pois o mercado está repleto de profissionais desempregados, desejosos por seu cargo e seu salário. Em momentos de crise como o que vivenciamos atualmente, essa realidade se torna ainda mais latente e dinâmica, criando um processo de seleção natural dentro das organizações.

Logo, se você souber aproveitar as oportunidades que tem diante de si, sua carreira colherá os frutos do reconhecimento pelas ações plantadas agora.



(Fonte: Blog RH)

Introvertidos na Liderança: vantagens organizacionais

Como transformar a introversão em vantagem organizacional para uma boa atuação na liderança.

Muitas empresas aplicam testes em seus colaboradores buscando cada vez mais encontrar o perfil ideal de liderança e influenciadores para seu quadro de colaboradores. E neste sentido, a busca por bons oradores e argumentadores sempre atrelada aos mais falantes deixou, muitas vezes, os introvertidos fora da cogitação para a promoção de cargos gerenciais. Ao longo da história não foram poucos os relatos de pessoas excluídas de uma seleção interna por conta de seu perfil reservado e cauteloso.

No entanto, o rótulo dos introvertidos vem perdendo espaço como visão errônea em muitos ambientes corporativos e tem sido contraposto por uma pesquisadora americana, Jennifer B. Kahnweiler, autora do livro “A Força dos Quietos”, que aborda uma perspectiva empresarial para os profissionais mais calados. Pensamentos mais profundos, mergulho na criatividade e reserva ao se expor são características dos profissionais introvertidos, que possuem sim capacidade de liderança, podendo ter um grande número de liderados desejosos por segui-los.

O autocontrole, o pensar antes de agir e o silencio contraditório ao barulhento extrovertido fazem com que o ambiente empresarial fique mais sereno quando conduzidos por profissionais com perfis mais introvertidos, e não menos profissional. A habilidade de persuasão, por sua vez, se torna quase que imperceptível, visto que o comportamento do introvertido reafirma a liderança pelo comportamento e não convencimento.

O que precisamos ter em mente é que cada temperamento e personalidade têm seus pontos fracos e fortes, sendo que devemos saber respeitar cada jeito de ser e buscar adequar o processo de adaptação entre todos da equipe. Mas é mais do que chegado o momento em que as pesquisas evidenciam as grandes vantagens dos quietos no comando da liderança.

Por isso trouxemos 05 razões que mostram por que os introvertidos podem se dar muito bem na liderança:



1. Eles são bons ouvintes

Nada é mais importante do que saber ouvir sua equipe. E esta é uma habilidade nata dos introvertidos. Com o perfil de processar sempre as informações antes de tomar uma ação ou reagir, eles avaliam cuidadosamente os detalhes antes de simplesmente falar o que vem à mente. Com isso também são capazes de gerir mais informações vindas de sua equipe e transformá-las em potencial produtivo, seja analisando novas ideias, sugestões ou mesmo permanecendo atento à opiniões e comentários que podem favorecer as ações corporativas. E essa prática também gera uma relação mais aberta e amigável com a equipe.



2. Eles são flexíveis e confiam em seu time

Como os introvertidos tem uma característica de liderança compartilhada justamente por serem bons ouvintes, há maiores probabilidades de que eles deem mais espaço e autonomia para sua equipe trabalhar, pois valorizam as iniciativas de cada membro do seu time. Isso promove mais flexibilidade para o trabalho diário e torna sua equipe mais confiante e preparada.



3. Eles são independentes e promovem a independência

Introvertidos precisam do seu próprio tempo e espaço. Eles são naturalmente independentes e sabem da importância de respeitar os limites de cada um. É por isso que também dão mais espaço aos seus colaboradores e acreditam em gerar equipes independentes, que saibam atuar em situações diversas e mesmo quando não há presença da liderança em alguma ocasião de urgência. Isso gera times mais desenvolvidos e ativos, além de promover também o espírito de criatividade e jogo de cintura em cada membro da equipe, criando um clima saudável em que todos são igualmente responsáveis pelas atividades, sem que exista a necessidade de um chefe pegando no pé o tempo todo para que os resultados apareçam.



4. Eles transmitem calma e serenidade

Introvertidos não são apenas mais silenciosos que os extrovertidos. Eles também são mais calmos, serenos e sinceros. Esse perfil é essencial para uma liderança mais positiva e um clima organizacional mais agradável, já que é comum que as pressões do dia a dia gerem conflitos e emoções inflamadas. Líderes mais calmos tornam-se espelhos para suas equipes, que também adotam essa postura no tratamento com os clientes e refletem resultados mais acolhedores e eficientes.


5. Eles são mais assertivos em tomar decisões

O comportamento mais reflexivo dos extrovertidos os leva a considerar todos os lados de uma questão antes de tomar uma decisão, o que pode torna-la mais assertiva do que as decisões por vezes precipitadas ou impensadas de um extrovertido. Esse potencial de assertividade pode ser fundamental em situações de risco ou mesmo em grandes projetos, pois levam em consideração também todas as ameaças que podem comprometer o sucesso dos resultados, beneficiando os resultados corporativos como um todo e transmitindo a imagem de uma liderança confiável, experiente e exemplar.

As 10 fotografias mais famosas da história










(Fonte: Catraca Livre)

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Canal ensina a cantar em inglês mostrando as pronúncias corretas

O canal Cantar Inglês, comandado pela professora Sandra (Sendi para os mais íntimos), ensina de maneira bem didática a pronúncia correta de letras de músicas em inglês.

“Hello, it’s me”, frase que abre o hit de Adele, por exemplo, foi simplificada para a compreensão com “râlôu êts mi”. Fácil, não é?

São várias videoaulas com músicas de Ed sheeran, Sia, Justin Bieber, Demi Lovato, Beyoncé, Rihanna e muito mais. Veja alguns dos vídeos abaixo:








Inscreva-se em um dos melhores cursos de Inglês do Brasil.


(Fonte: Catraca Livre)

terça-feira, 16 de agosto de 2016

Microsoft anuncia mudanças no sistema de atualizações do Windows 7 e 8.1


A Microsoft vai adotar uma prática um pouco mais eficiente de atualizar o Windows 7 e o 8.1, inspirada no que a empresa tem feito com a versão 10 do sistema. Agora, estas versões mais antigas do sistema receberão atualizações cumulativas, o que é um alívio para quem está atrasado com os updates.

Nas versões anteriores do sistema operacional, a prática era a de liberar vários pacotes individuais de atualização a cada mês. Se o tempo passava e o PC não era atualizado, o processo de realizar a atualização se tornava um martírio, uma vez que a máquina precisava baixar às vezes centenas de pacotes de updates e, no processo de instalá-los, reiniciar várias vezes. Quem precisou instalar recentemente o Windows 7 e precisou atualizá-lo sabe como a situação é desagradável.

No Windows 10, isso é feito de uma forma um pouco mais inteligente. As atualizações ainda são disponibilizadas em pacotes individuais, mas a Microsoft agora libera pacotes cumulativos frequentes. Isso significa que, se você passar muito tempo sem atualizar um PC, você só precisa baixar um pacote gigante com todos os updates necessários, o que é mais eficiente.

A Microsoft já havia sinalizado a chegada de algo do tipo em maio, quando a empresa lançou um pacote de atualizações com todos os updates desde o Service Pack 1 do Windows 7 (mas não chamou de Service Pack 2, por algum motivo).

A empresa deve começar a colocar o plano em prática em outubro deste ano, quando lançará o pacote cumulativo daquele mês com todas as atualizações do Windows 7 e 8.1. Os pacotes mensais seguintes também incluirão os anteriores. Além disso, a empresa planeja que a partir de 2017 começará a “voltar no tempo” para incluir atualizações anteriores à implantação das novas práticas, provavelmente até o Service Pack 1 do Windows 7 e o lançamento do Windows 8.1.


(Via: Ars Technica)

Dados completamente dispensáveis em um currículo

Nas mãos de recrutadores atribulados pelo excesso de trabalho e pela falta de tempo, currículos muito longos e prolixos têm destino certo: a lixeira.

Mas não basta ser econômico nas palavras (e nas laudas) para evitar que o seu CV seja eliminado de cara por possíveis empregadores. Também é preciso ser seletivo com o conteúdo, isto é, saber quais informações são realmente indispensáveis para compor o seu retrato profissional.

Isabela Tuca, consultora da Randstad Professionals, diz que muitos candidatos elaboram CVs recheados de detalhes sobre suas rotinas de trabalho, mas se esquecem de incluir números e outros indicadores concretos dos resultados que obtiveram em cada emprego — um tipo de dado crucial para a seleção.

Do ponto de vista do recrutador, talvez não importe muito a lista de atribuições que você tinha quando era gerente comercial em 2011, por exemplo. Por outro lado, saber que você gerou um crescimento de 20% nas vendas da empresa pode fazer os olhos dele brilharem.

Para não se perder, é bom ter em mente a estrutura básica de um CV. Ele deve contemplar as seguintes seções: identidade do candidato (nome, nacionalidade, idade e dados para contato), formação acadêmica e experiências profissionais. Idiomas, atividades de aperfeiçoamento e hobbies podem aparecer ao final do documento.

Para Alexandre Kalman, sócio da Hound Consultoria, o campo “experiências profissionais” é o que mais causa confusões e exageros. “Já vimos CVs com 20 ou 30 tópicos explicativos para cada emprego”, afirma. “Também é a seção em que a linguagem costuma ser mais prolixa e imprecisa”.

O excesso, porém, pode aparecer por todo o documento — e precisa ser eliminado. Veja a seguir 8 pontos que você pode cortar sem medo do seu currículo:


1. Referências profissionais
Seu ex-chefe é seu fã e certamente recomendaria você como profissional? Pode ser interessante passar os contatos dele para um potencial empregador, mas não no currículo. Segundo Isabela Tuca, consultora da Randstad Professionals, a informação deve ser compartilhada apenas se os recrutadores a solicitarem na fase da entrevista. No CV, nome e telefone de referências profissionais só servem para roubar espaço de outros dados mais importantes.

2. Último salário ou remuneração pretendida
Na visão de Tuca, dinheiro é um assunto delicado demais para ser tratado no espaço limitado e inexpressivo de um currículo. “Se já você estabelece um limite para o salário no CV, pode ser excluído automaticamente de alguns processos”, explica. “É melhor falar disso na entrevista presencial, quando é possível olhar no olho do recrutador, negociar e refletir sobre outras variáveis, como o pacote de benefícios e o local de trabalho”.

3.  Excesso de informações para contato
E-mail, número do celular e link para o seu perfil no LinkedIn costumam bastar para que um recrutador encontre você. Segundo Alexandre Kalman, sócio da Hound Consultoria, é desnecessário apresentar outras formas de contato no currículo, como telefone de terceiros para recados ou perfis em rede sociais não-profissionais, como Facebook e Twitter.

4. Dados da sua vida pessoal
Informações que não digam respeito a quem você é como profissional podem ser dispensadas, inclusive na etapa da entrevista. Assim, dizem Kalman e Tuca, você não precisa dizer no currículo se fuma, tem filhos ou é praticante de alguma religião, por exemplo. Também é desnecessário incluir o seu endereço residencial completo: basta informar a zona da cidade ou o bairro onde você mora.

5. Autoavaliação comportamental
Você pode ter uma autoestima invejável, mas nem nesse caso deve rechear o seu currículo com expressões elogiosas à sua própria conduta profissional. Adjetivos como “criativo”, “dinâmico”, “persistente” ou “incansável” devem ser eliminados do documento, segundo Kalman. Além de soar antipática, a tática é inútil. Quem deve avaliar se você tem ou não essas qualidades é o recrutador.

6. Histórico escolar pré-faculdade
Citar todas as escolas pelas quais você passou na infância e adolescência é completamente desnecessário — por mais famosas e respeitadas que elas sejam. De acordo com Tuca, a instituição em que você cursou o ensino médio pode ser relevante, no máximo, se você almeja uma vaga de estágio. Para todos os outros casos, só merece espaço do currículo a formação acadêmica universitária.

7. Razões por trás de desligamentos
Como o currículo deve ser sucinto, dificilmente você será capaz de contar toda a sua história nos limites exíguos do documento. “Não tente explicar por escrito eventuais demissões ou períodos de desemprego”, diz Tuca. “Fale desses detalhes na entrevista, cara a cara com o recrutador”. Além de economizar espaço, você evitará mal-entendidos e conclusões precipitadas sobre você.

8. Hobbies “aleatórios”
Não há problema em mencionar atividades que você pratica por prazer no seu CV. Porém, é bom que elas tenham alguma relação com o seu perfil profissional. Informar que você faz teatro, por exemplo, pode ser interessante se a posição exige boas habilidades de comunicação. Mas não é recomendável mencionar atividades aleatórias, que não refletem nenhuma característica útil para o trabalho. “Se não há nenhum significado interessante por trás do hobby, é melhor deixá-lo de fora do currículo”, diz Kalman.



(Fonte: Exame)

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

6 Atitudes para se adaptar ao mercado de trabalho do futuro


Confira o que é fundamental para quem deseja continuar se destacando no mercado de trabalho nos próximos dez anos, segundo especialistas.

Você pode estar em um bom emprego e se sentir totalmente adaptado ao mercado de trabalho atual. Mas, será que essa realidade vai durar até a próxima década?

O que fazer para manter amanhã o sucesso conquistado hoje? EXAME.com fez essa pergunta a três especialistas do mercado. Confira o que eles disseram:

1 Visão generalista

Amplie o foco de atuação, mesmo que você já seja especialista em um assunto. Olhe para os lados, entenda onde você se situa e descubra o funcionamento dos outros departamentos da empresa. Adquira conhecimentos não necessariamente ligados ao seu trabalho.

“Temos visto uma tendência mais generalista. Um profissional da área financeira não pode ter o olhar apenas voltado a números, precisa entender o impacto de sua atividade na empresa como um todo”, diz Adriano Araújo, diretor executivo de RH do Grupo Empreza.

Para Henrique Gamba, gerente executivo de TI da Talenses, profissionais com conhecimentos mais abrangentes já têm se destacado aos olhos dos recrutadores. “Em mercados mais maduros, como Estados Unidos e Europa, é uma tendência mais consolidada”, diz.

2 Faça autogestão do conhecimento

Não espere ouvir do seu chefe que você precisa estudar determinado assunto, prepare-se de antemão e preencha eventuais lacunas na sua formação profissional, recomendam os especialistas consultados.

Esta, aliás, é uma das conclusões de um recente estudo realizado pelo do LinkedIn, em conjunto com a PwC. Para se manter preparado para o mercado do futuro é preciso se antecipar às necessidades que possam vir a surgir.

“Quando o profissional se acomoda, fica obsoleto rapidamente”, diz a presidente do Grupo Empreza, Helena Ribeiro.

3 Esteja aberto para lidar com outras culturas

Diversidade e multiculturalidade. Estes dois conceitos dão o tom do mercado de trabalho do futuro, segundo os entrevistados.
Esteja aberto para trabalhar com pessoas diferentes de você, em todos os sentidos. “As diferenças enriquecem o pensamento”, diz Helena.

Compreender e se adaptar para lidar com as diferenças culturais é a chave para se dar bem no mercado globalizado. Intercâmbios culturais são ótimas oportunidades de se desenvolver neste sentido.

4 Estude outras línguas

De acordo com Henrique Gamba, uma das grandes deficiências atuais dos profissionais brasileiros é a falta de domínio do inglês. “Nesse sentido, o Brasil está perdendo para outras economias, como China, Índia e Rússia que têm muito mais profissionais fluentes no idioma”, diz.

Se essa é já é uma demanda hoje, para o futuro é urgente. E só falar inglês não basta. Profissionais fluentes também em outros idiomas, como o espanhol, por exemplo, têm mais chances de se destacar.

5 Prepare-se para outros modelos de entrevista de emprego

Uma maneira de se antecipar às mudanças do mercado é olhar para a realidade atual de outros países, segundo Gamba. Nos Estados Unidos, por exemplo, entrevistas de emprego por telefone ou videoconferência já são bastante comuns. “Para o brasileiro, ainda é difícil se acostumar a este modelo”, diz.

6 Acostume-se ao trabalho remoto e em equipe

Uma nova forma de trabalho que tem se estabelecido é remota, móvel e com equipes distribuídas em diferentes locais.

“Já há gestores coordenando equipes espalhadas em outros países e em em dez anos isso tende a ser mais aguçado”, diz Gamba.
E nesse sentido disciplina, organização e comunicação são fundamentais para conquistar resultados nesta modalidade de trabalho. Adapte-se.


(Fonte: Céu)

Comportamentos que põem em risco a contratação do candidato


Por mais que o candidato se prepare previamente para as perguntas do entrevistador e estude boas respostas, algumas atitudes podem colocar em risco a aprovação no processo seletivo.

Um levantamento da Catho, site de classificados de currículos e vagas de emprego, indica quais comportamentos podem prejudicar o desempenho do candidato durante uma entrevista. A pesquisa, feita com mais de 300 profissionais de recursos humanos, traz os tópicos mais relevantes para os recrutadores, da análise do currículo até o momento da entrevista. Confira abaixo:

Currículo

Os selecionadores foram questionados sobre os itens que consideram mais importantes na hora de analisar o currículo. A maioria, 85,6%, considera mais relevante a descrição das experiências anteriores, seguida de formação acadêmica (56,1%) e objetivo profissional (47,8%).
Falta de interesse

O aspecto considerado mais prejudicial na hora da entrevista é a falta de interesse ou entusiasmo (67%). Segundo a Catho, o candidato também deve ficar atento à sua argumentação e evitar cometer alguns deslizes, como ficar disperso durante a entrevista ou perguntar logo de início sobre o salário e os benefícios.

Expressão corporal

Não olhar nos olhos durante a entrevista é o comportamento que os recrutadores consideram mais negativo no que se refere à expressão corporal. Foi a opção escolhida por 85,3% dos profissionais de RH. Má postura (70,1%) e braços cruzados (38,5%) completam a lista.

Expressão verbal

O candidato deve tomar cuidado com as gírias, a falta de clareza ao se expressar e com os erros gramaticais. Os comportamentos foram citados como inadequados, respectivamente, por 67%, 55,9% e 51,3% dos entrevistados.



(Fonte: Céu)

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Ter um negócio próprio é ser responsável pelo seu destino


Quantas pessoas não colocam a responsabilidade de suas vidas e de seus negócios totalmente na mão de outras pessoas? Como se abdicassem da própria responsabilidade? Ter um negócio próprio é ser inteiramente responsável pelo seu destino e do negócio também. Assuma o Próprio Destino!

Certa vez ouvi uma frase que dizia “quando você traz um problema, você faz parte dele”. Esta frase tem por objetivo fomentar nas pessoas a busca pela solução e não simplesmente apontar os problemas. Problemas, dificuldades e desculpas pelo fracasso são facilmente formuladas; ora a razão pelo insucesso foi o mercado no qual se estava inserido, ora a concorrência, ora o sócio ou a equipe, e nunca do próprio dono. Quando se empreende e inicia-se um pequeno negócio somos inteiramente responsáveis pelo rumo que iremos dar a ele.

Mesmo que se delegue diversas funções aos funcionários, lembre-se sempre de que o resultado será de inteira responsabilidade do empreendedor. Caso o lucro não venha no final do mês, não adianta colocar a culpa nos outros, é o empreendedor que deveria ter motivado ou cobrado mais a sua equipe para atingir as metas estabelecidas.

Nos anos que estive a frente do programa Atitude BR – Empreendedorismo PME, tive a oportunidade de entrevistar centenas de empreendedores; em sua maioria, empreendedores de muito sucesso, mas também alguns que não tiveram sucesso no mundo do empreendedorismo. A diferença entre os que fracassaram e depois tiveram sucesso em outros empreendimentos daqueles que fracassaram e nunca mais tentaram está numa simples desculpa: a quem culpar pelo fracasso. Aqueles empreendedores que tiveram êxito em seus próximos negócios assumiram a responsabilidade pelo fracasso e aprenderam com ela; já os que fracassaram e nunca mais tentaram tem uma centena de desculpas: todas elas terceirizadas.

Veja se no seu negócio você não está atribuindo demais as culpas para sua equipe ou para o mercado. É sempre você que está no comando e é você que pode influenciar os resultados.

Empreender é ter a chance de pilotar o próprio avião rumo aonde você bem desejar, sabendo que se você ficar parado ele cai. Então, comece agora a assumir as responsabilidades.


(Fonte: Canal do Empreendedor)

10 Dicas para quem está buscando investir em uma franquia

Muitos brasileiros sonham em comprar uma franquia e passam anos economizando dinheiro para investir em um novo negócio. Pensando nisso, listei algumas dicas para os futuros empreendedores.

1. Pesquise, pesquise e se tiver dúvida, pesquise ainda mais

Além de saber se o dinheiro disponível é suficiente pra comprar uma franquia, um futuro franqueado precisa aprender tudo sobre o franqueador que pretende iniciar uma parceria de longo prazo. Esta relação é quase como um casamento, portanto, não tenha pressa no período do namoro. Itens como: taxa de retorno, tipo de apoio que o franqueador oferece, taxa de morbidade da franquia (quantas lojas da marca fecharam), são alguns exemplos de informações imprescindíveis antes de tomar a decisão. Outra pesquisa importante é entrar em contato com franqueados mais antigos pra perguntar se estão satisfeitos com a franquia.

2. Dê preferência para um negócio que você goste

Quando trabalhamos no que gostamos nosso resultado é melhor e nos sentimos mais felizes. Atualmente existem inúmeras opções de franquia nos mais diversos setores, portanto, é possível escolher algo que dê prazer e dinheiro.

3. Decida ser um franqueado “barriga no balcão”

Empreender é uma atividade de risco, por isso, todo o cuidado e acompanhamento são bem-vindos. Há um ditado antigo que diz que o porco engorda mais no alcance dos olhos do dono. A sabedoria popular neste caso não falhou. É isso mesmo! Não creio em sucesso de um negócio em seu início, sem monitoramento sistemático e muito próximo do dono.

4. Aprimore sua liderança

Liderar é a arte de conduzir pessoas a trabalharem em equipe, gerando os resultados desejados pelo líder. Diante disso, é fundamental ao futuro empreendedor saber lidar bem, conversar, motivar e inspirar. Isto é um comportamento, portanto, é possível desenvolver esta competência através de treinamentos, leituras e coaching. Recomendo fortemente que, enquanto o processo de tomada de decisão se desenrola, o empreendedor dedique tempo e energia aprendendo a liderar.

5. Aprenda sobre o negócio

Se o potencial franqueado tivesse experiência no negócio, certamente ele não estaria disposto a pagar taxa de franquia a ninguém. Podemos concluir que o potencial franqueado precisa ser ensinável e estar disposto a aprender tudo o que puder a respeito do negócio, marketing, produtos e tudo mais que for necessário para o bom desenvolvimento do negócio com saúde.

6. Defina um pró-labore

Na análise da viabilidade financeira do negócio deve-se considerar um pró-labore que seja suficiente para cobrir os gastos do sócio que vai conduzir o negócio. É muito sacrificante trabalhar sem ganhar e muitos empresários só tiram pró-labore se sobrar. Este é um dos fatores mais desmotivantes que existe.

7. Invista tempo na seleção da equipe

Mão de obra qualificada tem sido uma das maiores dificuldades em quase todas empresas que conheço. Contratar mal significa perder dinheiro, haja vista que geralmente os funcionários que trabalham em uma franquia precisam de uma forte carga de treinamento. Contratar mal, treinar e ter que demitir no curto prazo é perda de tempo e dinheiro.

8. Aprenda a vender

Não existe negócio que não dependa de vendas e vender é um processo que envolve técnica, experiência, monitoramento e conhecimento dos produtos. Ninguém perde em aprender a vender. Este é um conhecimento que vale a pena não somente pra tocar uma franquia, como também pra qualquer atividade de desenvolvimento de negócios.

9. Avalie-se em relação aos pontos fortes e fracos

Desenvolver um negócio demanda conhecimentos e habilidade em diversas áreas, como por exemplo, comercial, operações, finanças, gestão de custos, entre outras. Certamente o empreendedor não domina e não tem habilidades em todas elas. É de fundamental importância saber quais são estas áreas, a fim de abrandar tal deficiência, com treinamentos ou, até mesmo, pedindo ajuda ou contratando alguém que desenvolva bem essa atividade.

10. Desenvolva comportamentos empreendedores

Comportamento Empreendedor é um conjunto de atitudes, que se bem desenvolvidas no empresário, aumentará significativamente os resultados na operação dos negócios.  A ONU preconiza que as características destes comportamentos são: busca de oportunidade e iniciativa;, correr riscos calculados, exigência de qualidade e eficiência, persistência, comprometimento, busca de informações, estabelecimento de metas, planejamento e monitoramento sistemáticos, persuasão e rede de contatos e independência e autoconfiança.


(Fonte: Canal do Empreendedor)

Não saia da entrevista sem fazer essas perguntas


Numa entrevista de emprego, você pode ganhar pontos se conseguir se comportar também como entrevistador.

“O candidato é avaliado mais por suas perguntas do que por suas respostas”, afirma Fábio Saad, gerente sênior da Robert Half. Quanto mais inteligentes e certeiras, maior a chance de ele impressionar o recrutador.

Segundo ele, pessoas estritamente responsivas tendem a ser interpretadas como distantes, desinteressadas e até arrogantes. “O entrevistador pode até se perguntar se o candidato realmente entendeu tudo que foi conversado”, afirma Saad.

Segundo Felippe Virardi, gerente da Talenses, é fundamental fazer perguntas que demonstrem que o candidato está preparado e se interessa pelo trabalho e não só pelo emprego.

“É importante não fazer perguntas óbvias, cuja resposta você já deveria conhecer”, diz Virardi. Daí a importância de ler muito sobre a empresa antes e durante o processo seletivo.

“Não basta dar um Google”, diz Virardi. Conversar com pessoas que já trabalharam na empresa é uma forma de aprofundar a sua investigação. “Com esse preparo, você fará perguntas mais interessantes e pertinentes”, afirma ele.

Mas que tipo de questão vale a pena fazer ao entrevistador na hora H? Veja a seguir uma lista que preparamos com a ajuda de Saad e Virardi, organizada por assunto:

1. Empresa

Como é a cultura da empresa, na prática?
Qual é a característica principal das pessoas de sucesso aqui?
Qual é o grau de rotatividade de profissionais? O que leva as pessoas a deixarem a empresa?
Qual é o momento atual da empresa? Ela passa por alguma reestruturação/ expansão/ fusão/ aquisição/etc?
Quem são os concorrentes e como eles estão em relação à empresa?
Qual é o maior desafio enfrentado hoje pela empresa? O que está sendo feito para alcançá-lo?

2. Vaga

Quais são as perspectivas de crescimento para esta vaga?
A posição é nova? Por que foi criada agora?
A posição é antiga? Quem a ocupava antes e por que saiu?
Como esta função se integra ao restante da área? Qual é a importância dela para a empresa?
No contexto que vive atualmente, o que a empresa espera da pessoa que vai ocupar esta vaga?

3. Gestor

Há quanto tempo você, gestor, está na empresa? Por que continua trabalhando aqui?
Quais são os pontos positivos que você enxerga na empresa?
Quais pontos poderiam ser melhorados?
Quais são os principais desafios na área?
Que características comportamentais o profissional precisa ter para se dar bem com você?
O que você não admite em um profissional?
Qual é o seu estilo de liderança?

4. Equipe

Quem integra a equipe? Qual é o papel de cada pessoa?
Há quanto tempo essas pessoas estão na empresa?
A equipe sabe da nova contratação? Como seria a receptividade dessas pessoas com o novo integrante?

Cadastre-se e agende sua próxima entrevista de emprego.


(Fonte: Céu)

Jovens e a inicialização no mercado de trabalho

As constantes e intensas mudanças no atual e competitivo mercado de trabalho exigem que os jovens recém-formados aproveitem as oportunidades do presente para mirar o futuro com mais segurança. É preciso desenvolver agora as competências e as habilidades que serão necessárias posteriormente.

Algumas características presentes nos profissionais em destaque hoje certamente continuarão a fazer a diferença nos próximos anos. Competência técnica, habilidade em comunicação e capacidade de superação deverão estar combinadas com maturidade psicológica, compromisso ético, humildade e interação social.

O equilíbrio mental para coordenar ações, identificar fraquezas e potencialidades e, principalmente, manter o equilíbrio em situações adversas é uma das principais características para o desenvolvimento profissional e também pessoal dos novos formandos.

É essa atitude de controle emocional que dará condições aos profissionais para aumentar ainda mais a capacidade de avaliação e resolução de problemas, ouvir os diferentes agentes envolvidos e exercitar a resiliência. Esta qualidade auxilia no controle da ansiedade, que afeta diretamente a eficácia e a produtividade, e é indispensável para enfrentar as corriqueiras dificuldades. Muitas vezes não é possível acertar nas primeiras tentativas. As oportunidades são criadas e é preciso persistência para aguentar esperas e resultados.

O envolvimento em atividades voluntárias e de responsabilidade social também faz parte do perfil que forjará os profissionais de amanhã. As pessoas que se envolvem em trabalhos sociais desenvolvem um senso maior de participação e são mais colaborativas e compreensivas, outras características essenciais no atual universo empresarial.

Os profissionais do futuro deverão estar aptos a trabalhar e interagir com diversos segmentos da sociedade e não haverá nenhum espaço para preconceitos ou discriminação. O exercício da compreensão será fundamental para o desenvolvimento das equipes de alto desempenho.



(Fonte: Céu)

O que o selecionador quer ver em seu currículo?


As empresas estão mais receosas para contratar, mas ainda existem milhares de vagas disponíveis no mercado. Elas não contratam porque não confiam nas pessoas e têm medo de investir em profissionais que não dão retorno. Para ser convocado para uma seleção, você precisa começar a provar, desde o currículo, que dá muito mais retorno do que custo. Se o seu currículo apresentar resultados alcançados e experiências coerentes com a vaga, você terá mais chances de ser convocado para um processo seletivo. 

Confira algumas dicas de como destacar seu currículo:

1. Ter um objetivo bem definido. 
Quem não sabe o que quer, qualquer caminho serve. A empresa não quer qualquer caminho. Ela quer a pessoa certa para a vaga. Deixe clara a área que você quer atuar, ou o cargo definido quando quiser uma vaga específica que foi anunciada.

2. Informar a pretensão salarial.
A empresa precisa saber o mínimo que você está interessado em receber. Se a remuneração da vaga for abaixo do que você deseja, o selecionador não perderá o seu tempo e o dele convocando você para uma entrevista. Considere apenas o salário base neste item. A remuneração variável será de acordo com a sua produtividade e ninguém o proibiu de negociar a comissão.

3. Apresentar apenas as principais experiências.
Escolha as três melhores experiências que você teve, ou as mais coerentes com o seu objetivo. Não precisa apresentar todo o seu histórico profissional. Experiências com menos de 1 ano de duração podem ser mal vistas por alguns selecionadores. Enfatize os softwares e ferramentas que utilizou para comprovar os seus conhecimentos na prática.

4. Destacar os resultados alcançados.
Cada experiência é uma oportunidade para revelar os projetos que você assumiu, os números e percentuais que conquistou. Destaque o que fez de inovador na sua experiência. Três linhas de descrição da experiência mais duas linhas dos principais resultados são suficientes. Síntese é inteligência no currículo.

5. Revelar as certificações.
Se a empresa tem uma vaga de TI e utiliza a plataforma Apple, o selecionador vai gostar muito de ver o Apple Certified Mac Technician (ACMT) Certification no seu currículo. Não obstante, a empresa que está migrando a base de dados do HD para a Nuvem procura candidatos com o Microsoft Certified Professional (MCP) e a Certificação Private Cloud. Coaches e Consultores com certificações internacionais em instituições reconhecidas são mais valorizados.

6. Enfatizar os idiomas.
Existem vagas que o inglês, o espanhol e até o mandarim são impreteríveis.“Inglês básico” não existe. Exclua essa informação e evite passar vergonha na hora dos testes. O idioma é intermediário quando você se comunica bem e ainda não escreve tão bem. Do contrário, é avançado, com comunicação e escrita fluentes. Vivências internacionais são mais relevantes que os cursos nesse item.

7. Defender os trabalhos voluntários.
Trabalhos voluntários também são importantes, principalmente para os negócios de impacto social. Destaque um título para o voluntariado no currículo e descreva as atividades e resultados como fez nas experiências profissionais.

Um bom vendedor não apresenta produtos desnecessários para o cliente. Ele apresenta um produto sob medida para resolver o problema do comprador. O seu currículo funciona como uma proposta comercial adequada. Não deve ter mais ou menos do que o necessário. Você é a sua solução que a empresa precisa, ou seja, o “produto” que a empresa precisa conhecer mais pessoalmente. Propostas são diretas, uma ou duas páginas são suficientes para o seu currículo. Sem contar que elas apresentam uma ótima identidade visual. Capriche no layout e no design do seu currículo, sendo coerente com a sua personalidade.

Provavelmente, você ainda vai passar por testes, dinâmicas e avaliações, mas vai vencer centenas de candidatos ao ser convocado para um encontro pessoal. Peça a opinião de um profissional de RH, ou de um gestor de confiança antes de enviar o seu currículo. A revisão técnica e gramatical de outro profissional evita erros constrangedores e aumenta as suas chances de êxito.


(Fonte: www.administradores.com.br)

5 dicas de gestão de tempo para vendedores


1. Planeje o seu dia
Não deixe as tarefas simplesmente “atropelarem” você na sua rotina diária. De preferência, no dia anterior, organize as atividades que precisará realizar no dia seguinte. Assim, você possuirá uma visão abrangente do que necessitará fazer e, eventualmente, se terá que remanejar alguma tarefa.

A vantagem do planejamento, na gestão de tempo, é que o vendedor pode tomar decisões antecipadas e, assim, não prejudicar o próprio desempenho.

2. Defina prioridades
Quem quer fazer tudo de uma só vez, quase sempre, acaba por não fazer nada. Portanto, estabeleça uma escala de prioridade para as suas tarefas.

Por exemplo, é possível criar status como necessário, importante e urgente. O ideal é que, com o planejamento, você consiga reduzir a urgência das atividades. Assim, você diminui, por exemplo, a pressão psicológica porresultados.

3. Faça gestão de tempo com a ajuda de uma agenda
Contar só com a mente para organizar seu trabalho pode lhe trazer problemas, afinal, com tantas informações no dia a dia, esquecer-se de uma informação é fácil.

Já pensou deixar de visitar um cliente por causa disso? Logo, procure deixar as atividades diárias escritas em uma agenda, que pode ser de papel ou digital.

Também é possível utilizar aplicativos próprios para gestão do tempo. Seja qual for o suporte escolhido, é recomendável que você faça um checklist das tarefas cumpridas ao longo do dia, assim você tem um controle mais efetivo das atividades.

4. Organize seu material de trabalho
Você já deve ter ouvido falar em programas de qualidade e de produtividade para empresas, não é mesmo? Pois bem, procure fazer algo parecido na sua própria vida profissional.

Comece com a organização do seu material de trabalho, como aapresentação de venda, folders, cartões de visita, planilhas e outros documentos digitais.

Crie também roteiros para vender, com base na sua experiência com os clientes e prepare-se para dispor de todo o material necessário para fechar o negócio. Assim, você reduz o risco de ser pego de surpresa com a falta de alguma informação importante.

5. Faça um Raio X da sua rotina
Para aperfeiçoar a sua gestão de tempo, busque durante uma semana ou mais, conforme o caso, monitorar quantos minutos ou horas você gasta para realizar cada tarefa da sua rotina diária.

Controle, por exemplo, o tempo que de fato utiliza na venda ou na presença do cliente e o tempo para deslocamento ou de espera em recepções, por exemplo.

Faça ainda um controle de atendimento para cada contato e anote isso junto às demais informações colocadas na sua planilha ou num sistema CRM. Assim, você pode monitorar quanto tempo leva para ligar para cada contato e, assim, controlar mais efetivamente a sua produtividade.



(Fonte: agendor.com.br)

4 sinais de que você está desperdiçando sua vida.

1. Você gasta tempo no que não contribui

Você precisa de momentos para se desligar das obrigações profissionais e se distrair. Mas se a maior parte do seu tempo é destinada a distrações, você acabará com a sensação de que não fez nada. Não estou dizendo para eliminar todas as atividades recreativas da sua vida, e sim que você preserve aquelas que contribuem com alguma coisa e reduza as outras.

Entre as atividades que farão você sentir que desperdiça a sua vida estão beber em excesso, passar horas assistindo televisão ou se perder nas redes sociais. Se você quer estar com seus amigos, procure alternativas como sair para acampar ou jantar em casa e bater papo à vontade. Escolha alternativas que sirvam para melhorar as suas relações e ter a vida que você deseja.

2. Você não melhora as suas habilidades

Os seres humanos estão programados para aprender coisas novas. Uma forma de desperdiçar a sua vida é não dar a si mesmo a oportunidade de aprender e crescer sempre. Você lembra que anteriormente mencionei que você deve evitar as atividades que não contribuem com nada? Então, uma excelente alternativa é usar os tempos mortos para praticar jogos mentais.

Faça com que a sua mente trabalhe e desafie-se sempre que puder. Opções como palavras cruzadas e sudokus o ajudarão, e em pouco tempo você ficará viciado em seus desafios. Outra excelente alternativa para fazer com que a sua mente se desenvolva é aprender novas habilidades. Desde tocar um instrumento musical até aprender um novo idioma. Se você quer algo que requeira menos esforço, leia.

“Aprender a aprender é a habilidade mais importante da educação, e deve ser explicada desde as primeiras lições”. (John Seymour)

3. Falar consigo negativamente

O diálogo negativo é uma excelente forma de desperdiçar a sua vida. Se esse diálogo se dá no seu interior e com você mesmo, é ainda pior. Lembre-se de que aquilo que você pensa se torna realidade. Você é consciente do que você diz a si mesmo cada vez que você tem um tempo ocioso? Quão gentil você é consigo mesmo? Quando chega o momento de enfrentar um desafio e você se dá por vencido na sua mente, o fracasso está praticamente assegurado.

Claro que não é fácil mudar esse tipo de diálogo porque ele não acontece de forma consciente. O que você precisa fazer é prestar atenção ao que você está falando para si e pouco a pouco modificar essa mensagem. Você também pode ocupar a sua mente para diminuir esse tipo de mensagem.

4. Você não planeja o futuro, nem a sua vida

Como você se imagina daqui a dez anos? O que você gostaria de estar fazendo neste momento? Com quais recursos você fará isso? Embora seja verdade que é preciso viver o presente, nunca se deve esquecer do futuro. As metas funcionam como um motivo para continuar e evitam que você desperdice a sua vida. Permitem criar um caminho e fazem você sentir que realmente tem algo a melhorar e pelo que perseverar.

“O futuro tem muitos nomes. Para os fracos é o inatingível. Para os temerosos, o desconhecido. Para os valentes, a oportunidade.” (Victor Hugo)

Muitas pessoas vivem quase como zumbis. De manhã acordam, tomam café, vão para o trabalho e voltam para casa. Todo dia é igual e quando tiram um tempo para analisar as suas vidas, se sentem vazios. Isto acontece porque elas não têm uma meta a cumprir.

Defina uma ou duas grandes metas e outras menores. Que tal correr uma maratona em 2017? Depois de definir o seu objetivo principal, crie metas menores e realistas que possam ser alcançadas, como correr uma prova de 5km, depois uma de 10km, completar uma meia-maratona, etc.

Não se permita desperdiçar a sua vida. Aproveite-a para crescer e melhorar. A melhor coisa que você pode fazer é viver plenamente porque você não vai ter oportunidade de desfazer as suas decisões.

Motive-se e não fique parado. Inscreva-se em uma das mais de 50 mil vagas de emprego disponíveis por todo o Brasil!

Fonte: http://www.psicologiasdobrasil.com.br

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

O que seu cachorro diria se tivesse Whatsapp

Você já imaginou como seriam as conversas com seu pet se ele tivesse Whatsapp? Nós preparamos algumas imagens um tanto cômicas para tentar descrever como seria esta situação. Confira:






Saiba como tornar-se um auxiliar de veterinário e petshop!

(Fonte: Tudo Interessante)

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

5 velhos conselhos sobre busca de emprego que não valem mais

A internet mudou radicalmente a forma de procurar emprego. Se, no passado, o candidato precisava se debruçar sobre os classificados do jornal para "garimpar" uma única vaga, hoje ele encontra dezenas delas com poucos cliques.Isso não significa que achar a oportunidade profissional mais adequada ao seu perfil seja necessariamente mais fácil. Afinal, se é inegável que os empregadores se tornaram mais acessíveis graças às mídias digitais, também é verdade que as exigências deles se tornaram maiores e mais complexas.

De acordo com Jorge Martins, gerente de divisão da consultoria de recrutamento Robert Half, o mercado de trabalho tem solicitado profissionais cada vez mais especializados.

Hoje, as empresas não contratam mais “gerentes” ou “analistas” aptos a trabalhar em qualquer área, como era comum no passado. Elas preferem pessoas altamente qualificadas para resolver problemas cada vez mais específicos.

Some-se a isso outra novidade de grande impacto: as redes sociais. A enorme visibilidade trazida por esses meios exige que o profissional redobre sua atenção quanto à própria imagem - um cuidado especialmente importante quando vai procurar emprego.

Enquanto, no passado, vida pessoal e profissional eram muito separadas uma da outra, hoje é muito mais fácil confundi-las. Se não souber gerir estrategicamente a sua presença em redes sociais como LinkedIn e Facebook, você corre o risco de afastar recrutadores e perder oportunidades.

Diante de tantas mudanças, é importante “passar a limpo” velhas regras sobre busca de emprego que já não cabem na realidade atual. Veja a seguir 5 conselhos tidos como ultrapassados por três especialistas consultados por EXAME.com:


1. “Candidate-se a qualquer vaga, o importante é que o seu currículo chegue até a empresa”

Até um passado recente, diz Martins, era relativamente comum enviar o CV para um potencial empregador mesmo que a vaga anunciada não tivesse nada a ver com o seu perfil. “Como o processo de recrutamento era mais lento, não era tão ruim para a empresa receber um currículo fora de contexto, porque ele poderia ser aproveitado de alguma forma”, explica ele.

Hoje, com diversos processos automatizados, o departamento de recursos humanos é cada vez mais cobrado por eficiência - e não lhe sobra quase nenhum tempo para analisar currículos não solicitados.

Isso também vale para eventuais contatos que você tenha dentro da empresa onde quer trabalhar, afirma Marcelo Nóbrega, autor do livro “Você está contratado!” (Editora Évora). “Só mande o seu CV se o seu conhecido tiver pedido”, diz ele. “Caso contrário, o destino da sua mensagem será o lixo”.

2. “Aceite a vaga que vier, só não fique muito tempo desempregado”

É claro que passar tempo demais fora do mercado prejudica a carreira - e o bolso. Ainda assim, não é interessante dizer sim à primeira oportunidade que aparecer, diz Nóbrega. “Se a vaga não tiver nada a ver com você, você pode fracassar e até ser demitido”, explica ele. "Isso para não dizer que uma passagem fora de contexto pode comprometer a coerência do seu currículo no futuro".

Hoje, estar desempregado não tem mais o mesmo peso simbólico que tinha quando funcionários e patrões eram mais fiéis uns aos outros. Num momento para os negócios em que a única certeza é a imprevisibilidade, as relações de trabalho se tornaram mais “líquidas” e, via de regra, têm durado menos tempo do que no passado.

Nesse novo contexto, as demissões se tornaram cada vez mais comuns -e não carregam mais o mesmo estigma do passado. “Não é mais o fim do mundo dizer que você está desempregado, e por isso você não precisa mais topar qualquer coisa só para se recolocar”, afirma Nóbrega.


3. “Ir se apresentar pessoalmente pode deixar uma boa impressão”

Forçar um encontro presencial com alguém da empresa onde você quer trabalhar dificilmente renderá bons resultados. Segundo Martins, a falta de tempo da vida moderna requer cuidados extras na hora de se aproximar de um empregador.

A não ser que você tenha sido convidado, orienta o gerente da Robert Half, jamais vá pessoalmente entregar o seu currículo. Para ele, o candidato pode no máximo usar o telefone. “Ligar para dizer que você viu uma vaga e acredita estar apto para preenchê-la pode demonstrar interesse e segurança”, diz. “Mas faça isso apenas se de fato estiver inteiramente pronto e capacitado para a função”.

Até imprimir o currículo está deixando de fazer sentido. Segundo Silvio Celestino, sócio-fundador da Alliance Coaching, o que importa hoje em dia é ter um perfil no LinkedIn com as palavras-chave mais importantes. “Em uma apresentação presencial, é bom ter uma cópia impressa do CV, mas isso só vem muito tempo depois", explica ele.


4. “É melhor não dizer quanto você realmente ganhava”

Ao buscar emprego, é preciso discutir com clareza as suas intenções salariais. Até para se ter alguma base de negociação, não há alternativa senão dizer qual era a sua remuneração no emprego anterior.

No passado, alguém poderia pensar que, se mentisse sobre o salário recebido na última empresa, poderia pedir mais ao contratante. Hoje, além de desonesta, essa tática está fadada ao fracasso. Afinal, ficou muito mais fácil checar esse tipo de informação.

Apoiados em bancos de dados e diversos canais de comunicação com o mercado, os recrutadores estão muito mais blindados a blefes de qualquer tipo, afirma Martins.


5. “Para fisgar o interesse da empresa, não deixe nada de fora do seu currículo”

Com o tempo cada vez mais curto, a maioria dos profissionais de RH só dá atenção a currículos objetivos e enxutos. Assim, não passa de uma ilusão acreditar que um longo CV indicará que você tem uma trajetória rica e robusta. Na verdade, a única mensagem que você passará será a de que não sabe resumir um texto - isso se ele for lido.

Assim, em vez de listar exaustivamente as suas competências e passagens profissionais, é melhor elaborar um currículo claro e preciso em no máximo duas páginas.

Segundo Martins, também é importante fazer um documento que seja adaptável. “Faça uma versão no CV para cada processo seletivo, incluindo ou excluindo informações em função da sua relevância para a oportunidade em questão”, explica.




(Fonte: EXAME)