quarta-feira, 27 de julho de 2016

Antes e Depois do Petshop

Grace Chon é fotógrafo de animais, e teve a brilhante ideia de filmar uma série de fotos que destacasse a transformação após algumas horinhas no petshop. Todos os cães foram preparados em um estilo de preparação japonesa que não segue as regras de cortes do padrão habitual da raça que estamos acostumados a ver. Em vez disso, a ênfase está em fazer o cão parecer o mais adorável possível, destacando as características excepcionalmente bonitas do cão. Confira o resultado deste maravilhoso trabalho:

Biggie Smalls antes

Biggie Smalls depois

Rocco Antes

Rocco Depois

Herman antes

Herman depois

Athena antes

Athena depois

Yuki antes

Yuki depois

























Os 9 erros mais comuns na hora de falar inglês

Mesmo se você fala inglês fluentemente, ninguém pode garantir que você jamais cairá numa destas pegadinhas.

Todos nós estamos tão acostumados às regras do nosso idioma materno que às vezes, de forma automática, as aplicamos a outras línguas. No entanto, as gramáticas dos idiomas têm diferenças que precisam ser levadas em consideração. O resultado disso é que podemos cometer erros engraçados, bobos e até mesmo perigosos.

1. I feel myself («Me sinto»)

Incorreto: I feel myself fine today.
Correto: I feel fine today.
Em inglês, após o verbo feel («sentir») não se coloca o pronome reflexivo myself («me») — quem é fluente no idioma entende que você está falando do seu bem estar. Deve-se dizer simplesmente: I feel well \ I feel sick \ I feel happy. Para os nativos de países anglo-saxônicos, «I feel myself» soa muito... estranho. Eles irão pensar que você está falando de um contato físico com você mesmo ou sobre como você percebe seu próprio corpo ao tocá-lo.

2. Enough («Suficiente»)

Incorreto: She spoke English enough well to get the job.
Correto: She spoke English well enough to get the job.
Em inglês, a ordem correta das palavras é muito importante. A partir da posição na palavra enough numa frase, pode-se determinar se ela está exercendo função de advérbio, adjetivo ou substantivo.
Quando enough é um advérbio ou adjetivo, deve vir após o verbo:
Do you think he’s old enough to watch that movie?
— We’ve done enough today.
Old («adulto») — adjetivo, today («hoje») — advérbio.
Se enough tiver função de substantivo, deve vir antes do verbo.
We had enough money to buy a ticket.

3. Scientist, scholar («Cientista, estudioso, pesquisador»)

Incorreto: Scientists study history so that humanity can learn from the past.
Correto: Scholars study history so that humanity can learn from the past.
Ambas as palavras, tanto scientist como scholar, podem ser traduzidas como ’cientista’ e seus sinônimos. Mas têm diferentes usos. Scientist é um conhecedor de ciências exatas (química, física, matemática, biologia) ou sociais (psicologia, sociologia, política). Scholar é um expert em determinada área. Alguém que conhece bem o seu campo de estudo, pois é justamente isso o que faz: estuda. Scholar é um especialista em áreas como arte, história ou idiomas. Por isso, quando um estudante ganha uma bolsa de estudos, diz-se que ele recebeu uma scholarship. Outra diferença é que, para estudar, o scientist, faz uso de métodos científicos: estabelece hipóteses, realiza experiências e tira conclusões. Já para o scholar, de forma geral, não precisa necessariamente seguir os mesmos passos.

4. Preposições

Incorreto: I was waiting David on the theater.
Correto: I was waiting for David at the theater.
Frequentemente, no estudo do inglês, os alunos confundem as preposições, ou simplesmente as omitem. Às vezes, acreditamos que, usando a mesma preposição utilizada em nosso idioma materno (a tendência é pensarmos como em português, ’esperar alguém’), iremos dizer as frases corretamente em inglês. Mas nem sempre é assim. Para não se confundir, aprenda as expressões mais comuns nas quais a preposição está estreitamente ligada ao verbo.
Depends on — «depende de».
Tired of — «cansado de».
To divide into — «dividir em».
Em muitos casos do inglês precisamos colocar a preposição numa parte da frase totalmente diferente de como faríamos em português:
To listen to someone/music — «ouvir alguém / ouvir música» — e não to listen music, como pensaríamos em português.
As preposições podem ser divididas em várias categorias. Assim, você descobre mais rapidamente qual delas deve usar e quando:
Superfícies (mesas, paredes, pisos, tabuleiros, telhado, estantes): on.
— Por exemplo: on the roof, on the table.
Tecnologias (computador, televisão, rádio, tela, DVD, disco rígido, CD): on.
On this DVD.
Transporte público (trem, ônibus, metrô, avião, barco, balsa): on.
On the bus, on the ship.
Dentro um objeto físico/estrutura (livro, bolso, gaveta): in.
In his pocket, in a box.
Lugares (escritório, estádio, loja, supermercado, estação, teatro, parque): at / in — In the street, at the station.

5. How and What («Como» e «O que»)

Incorreto: How do you call this in English?
Correto: What do you call this in English?
Estamos acostumados a perguntar em português «Como se diz...?» e, às vezes, queremos começar a mesma frase em inglês com how. Mas é preciso ter em mente que, em inglês, a mesma pergunta deve começar com what.

6. City

Incorreto: I am from Barcelona city.
Correto: I am from Barcelona / the city of Barcelona.
Na maioria das vezes, se diz apenas o nome da cidade (Nova York, Moscou, Londres), sem adicionar o termo ’cidade’. Mas, caso você queira destacar que é precisamente uma cidade e não outra coisa qualquer, use a construção the city of.
Por exemplo: the city of London, the city of Boston, the city of Madrid.
Em poucas ocasiões, a palavra ’cidade’ faz parte no nome geográfico: New York City, Salt Lake City, Mexico City. Em alguns casos, esta estrutura dá a entender que está se referindo precisamente àquela determinada cidade, não a outro local de mesmo nome:
— I grew up in a small town in the state of New York, but now I live in New York City.
— I visited Salt Lake City this summer.

7. Plural and Singular
(Singular e plural)

Incorreto: The professor gave us several useful advices for our researches.
Correto: The professor gave us several useful words of advice for our research projects.
Tanto em inglês quanto em português, há palavras contáveis (cadeira, maçã, copo, etc.) e incontáveis, aqueles com as quais não se pode usar nenhum sistema métrico (água, tempo, arroz). Porém muitas vezes os substantivos contáveis em inglês tornam-se incontáveis.
Por exemplo:
Advice, research, knowledge, accommodation, news.
Se quiser usar os substantivos incontáveis no plural, acompanhe-os com palavras adicionais, como: piece, glass, chunk.
Por exemplo:
— I’ll have three glasses of lemonade, please.
Algumas expressões idiomáticas em inglês só devem ser usadas no singular:
— Correto: Thank God, we have each other.
— Incorreto: Thanks Gods
— Correto: No problem!
— Incorreto: No problems!
— Correto: We have no comment about the case.
— Incorreto: No comments.

8. Say and Tell

Incorreto: Can you say me how to tell this in English?
Correto: Can you tell me how to say this in English?
Se usa o say quando a intenção é reproduzir as palavras de outra pessoa.Tell é usado quando há a intenção de pedir algo, perguntar ou informar a respeito de alguma coisa. O verbo tell vai acompanhado por um objeto direto: 
tell us/him/her/the audience.
— At lunch John told his coworkers about his business trip to China.
— John said that the business trip to China went very well.
Memorize estas expressões:
Say yes or no, a few words, something.
Tell a story, a lie, a secret, a joke, the truth.

9. Do and Make

Incorreto: I think I did a mistake.
Correto: I think I made a mistake.
Ambos os verbos do e make são traduzidos como ’fazer’, mas com significados diferentes entre si.
Do é usado para atividades cotidianas ou trabalhos cujo resultado será algo não material, impossível de tocar:
— Do homework, do the dishes, do the laundry, do a job, do the shopping.
"Do" é usado para generalizar, não para especificar. Muitas vezes, o verbo vem acompanhado pelas palavras something, nothing, anything, everything:
— He has done nothing all day.
— She would do anything for her Mom.
— Is there something I can do for you?
Make deve ser usado para falar da criação de algo material e tangível:
 Make food, make a cup of tea, make clothes, make a mess.
Mas há diversas exceções que você precisa memorizar:
— Make money, do someone a favor, do business, make a decision, do good, make a plan.



(Fonte: Incriel.club)

terça-feira, 26 de julho de 2016

10 dicas de receitas fáceis com ingredientes simples

Os ilustradores Galina e Stanislav Khabarov tiveram uma incrível ideia: eles decidiram desenhar receitas como se fossem cartões postais Chef-daw.
Cada cartão contém os ingredientes, a quantidade e um passo a passo.

Confira!

  







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11 problemas que fazem o cabelo cair

Algumas condições podem abrir clareiras na cabeça de homens e mulheres. Conheça as principais e entenda por que a calvície exige muitas vezes uma investigação

O rarear das madeixas não é em si uma doença. É, na verdade, um sintoma - tanto de males que atacam só o couro cabeludo quanto dos que também agridem outras partes do corpo. Segundo um artigo de estudiosos da Universidade de Manchester, na Inglaterra, essa visão mais moderna da saúde capilar ajuda a diagnosticar problemas que poderiam passar despercebidos, assim como aumenta a taxa de sucesso do tratamento contra a calvície (ou alopécia, como dizem os especialistas). "Lidar com toda queda de cabelo da mesma forma é uma conduta ultrapassada e ineficaz", sentencia a dermatologista Bel Takemoto, preceptora da residência em dermatologia da Faculdade de Medicina do ABC, na Grande São Paulo. "Primeiro temos que montar o quebra-cabeça com uma boa avaliação no consultório e eventuais exames para depois começarmos a agir", completa. 
Claro que a maioria das carecas surge em virtude do envelhecimento e de uma predisposição hereditária à alopécia androgenética - que atinge os dois sexos e é ocasionada pela conversão de altas doses de testosterona em di-hidrotestosterona, molécula que fragiliza os fios. Porém, isso não justifica menosprezar a perda de cabelo ou tratá-la como uma questão puramente estética, em especial se vier acompanhada de outras alterações. A seguir, elencamos 11 motivos para não tirar isso da cabeça.

1. Síndrome metabólica

Pesquisadores da Universidade Yonsei, na Coreia do Sul, examinaram o sangue, as medidas corporais e o cocuruto de 1 884 pessoas. O primeiro resultado: 52,6% delas manifestavam a alopécia androgenética. Acontece que, nessa turma, havia também uma maior prevalência de diabete, hipertensão, obesidade e triglicérides altos - encrencas que, em conjunto, constituem a síndrome metabólica. "Essas doenças lesam inclusive os vasos que irrigam o couro cabeludo", justifica o tricologista Adriano Almeida, diretor da Sociedade Brasileira do Cabelo. "Aí o sangue não chega à região como deveria, deixando-a sem a nutrição adequada", explica. Há ainda outra hipótese bem aceita de que esses distúrbios (e principalmente o diabete) provoquem uma inflamação crônica que compromete a integridade da cabeleira. Mas a médica Dolores Pardini, presidente do Departamento de Endocrinologia Feminina e Andrologia da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, pondera que, para flagrar pressão alta e companhia precocemente, melhor mesmo é visitar o médico com regularidade e realizar exames quando necessário.

2. Cigarro

Está aí outra encrenca que o tabagismo traz na bagagem - e olha que a lista é longa. Pois aquela mesma pesquisa coreana mostra que homens fumantes também correm um risco maior de sofrer com o desmatamento capilar. Acredita-se que as substâncias tóxicas do cigarro enfraquecem as mechas. Como na síndrome metabólica, anos e anos tragando e soltando fumaça levam a uma degeneração dos vasinhos que abastecem as extremidades do corpo - caso do couro cabeludo.

3. Anemia

A deficiência de ferro é a desordem nutricional mais comum do mundo. E a carência desse mineral leva a uma queda na concentração de hemoglobina, proteína presente em células do sangue que é fundamental para o transporte de oxigênio. A isso se dá o nome de anemia, que aflige 30% da população ao redor do globo, segundo a Organização Mundial da Saúde. Além de cansaço e palidez, o déficit de oxigênio tira a resistência dos fios. "Às vezes pegamos a doença no início devido a alterações no couro cabeludo", relata Bel.

4. Problemas intestinais

Sim, o ferro parece ajudar a manter o penteado incólume. Mas ele não é o único nutriente que precisa entrar no cardápio. Zinco, cobre e proteínas, entre outros, asseguram a beleza e a firmeza dos fios. A questão é que de pouco adianta adotar uma alimentação balanceada se o aparelho digestivo não consegue absorver as substâncias benéficas vindas da comida. "É o que ocorre nas doenças inflamatórias intestinais, em especial na de Crohn", alerta Arceu Scanavini Neto, cirurgião do aparelho digestivo do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, na capital paulista. Aliás, o próprio processo inflamatório no intestino se espalha para outras regiões, podendo repercutir na cabeça. Mais: em certas situações, até os remédios contra esses transtornos resultam em alopécia.

As dietas radicais

Entrar num regime muito restritivo culmina em déficits nutricionais que são capazes de afetar a cabeleira. Aí o projeto de arrasar no verão vai pro ralo.

5. Doença renal crônica

Quando os rins deixam de filtrar o sangue direito, os mais variados sintomas dão as caras: dor de cabeça, náusea, cãibra, inchaço... e calvície. Um estudo turco revelou que, de 365 vítimas da doença renal crônica, 41,4% exibiam falhas no revestimento do cocuruto. Por quê? Não se sabe ao certo, porém as limitações alimentares decorrentes do quadro seriam um motivo. Nesse contexto, vale destacar que a calvície dificilmente será o indício inicial da insuficiência dos rins.
6. Sífilis

Em seis anos, o número de casos dessa infecção sexualmente transmissível cresceu 603% no estado de São Paulo. E, se a bactéria Treponema pallidum gera feridas nos órgãos sexuais logo após invadir seu organismo, passadas algumas semanas ela pode suscitar manchas na pele e queda de cabelo. "A alopécia não é uma consequência frequente da sífilis", acalma Almeida. Entretanto, a recente disseminação da moléstia fará mais gente se queixar do sintoma. Quem diria que camisinha preserva até as madeixas.

7. Micose

Os fungos não gostam apenas das unhas. Se atingem o topo da cabeça, eles podem gerar uma descamação que tira a estabilidade dos fios. Isso sem contar que deixam toda a área mais oleosa, favorecendo a calvície. Embora esses agentes infecciosos possam nos atormentar a qualquer momento, isso é bem mais comum quando o sistema imune do sujeito está fraco, seja por uma questão passageira, seja por uma doença como a aids.

8. Ovário policístico

Lembra que altas taxas de testosterona favorecem a alopécia androgenética? Pois o hormônio masculino é produzido em larga escala nas mulheres que sofrem com a formação de cistos nos ovários. "O excesso da substância ainda desencadeia acne, crescimento de pelos no corpo e ciclo menstrual irregular", ensina a endocrinologista Dolores Pardini. "E esses sintomas tendem a ser notados antes da queda de cabelo", diz. Estima-se que 20% da população feminina em fase reprodutiva padeça desse distúrbio.

9. Disfunções da tireoide

Você já deve ter ouvido que essa glândula alojada no pescoço dita o ritmo do organismo inteiro. E os processos de crescimento e renovação capilar não ficam de fora. Se a pequena estrutura em formato de borboleta passa a fabricar doses elevadas dos hormônios T3 e T4 - quadro chamado de hipertireoidismo -, acaba acelerando a reposição celular do couro cabeludo, o que deixa a careca exposta. Já no hipotireoidismo, a falta de T3 e T4 lentifica o metabolismo. "Aí, há uma maior dificuldade de os fios se desenvolverem", esclarece Bel. Aliás, a dermatologista conta que os problemas de tireoide estão entre os que mais fazem pacientes chegar ao seu consultório reclamando do cabelo.

Nem tão alterado assim

Há pessoas com uma versão branda (ou subclínica) de hiper ou hipotireoidismo. Não dá pra saber se esses quadros afetariam o cocuruto - mas vale considerá-los ao investigar uma eventual queda capilar.

10. Estresse crônico

"Em torno de 10% das mulheres têm algum grau de calvície. E acho que o número está subindo, principalmente entre as que trabalham em setores muito estressantes", especula Carlos Oscar Uebel, expert em transplantes capilares e chefe do Serviço de Cirurgia Plástica do Hospital São Lucas, em Porto Alegre. Claro que um momento isolado de nervosismo não vai deixar você careca. Contudo, se a ansiedade nunca vai embora, cria-se uma bagunça hormonal que prejudica, sim, a integridade dos fios.

11. Doenças autoimunes

O fator comum entre as chateações que se enquadram aqui é a agressão das células de defesa contra o próprio organismo. Ocorre que essa investida alastra processos inflamatórios com potencial de machucar o couro cabeludo. Tanto que, entre as consequências do lúpus eritematoso sistêmico - mal que atinge articulações, rins, coração e outros órgãos -, está a alopécia. Também não dá pra deixar de falar na psoríase. Fora o componente inflamatório, ela instiga a formação de placas na pele que se estendem às entradas da testa. E isso compromete o crescimento de cabelo - inclusive porque rende coceira. Tratar a calvície sem controlar essas condições não vai dar muito certo.

A alopecia areata

Essa doença autoimune se volta especificamente contra os folículos capilares, que sediam a raiz dos fios. Com isso, abrem-se clareiras na cabeça - em casos mais raros, todo o cabelo entra em extinção.


quinta-feira, 21 de julho de 2016

Como limpar secador de cabelo para não danificar os fios: aprenda jeito certo


Muita gente usa o secador de cabelos com frequência, mas se esquece de um detalhe importante: a limpeza do aparelho. "Deixar o secador sujo aumenta o aquecimento e diminui a velocidade do vento, demorando mais para secar", explica o cabeleireiro Gil Prando, embaixador da iCabelos.

Quando limpar o secador?

Segundo ele, o ideal é que a limpeza do secador seja feita a cada 90 dias, mas isso pode variar de acordo com a frequência de uso e também com a época do ano. Como o uso costuma ser maior no inverno, a limpeza também deve ser. "Com o secador limpo e revisado, a secagem fica mais rápida, diminuindo o tempo da fonte de calor no couro cabeludo e nos fios do cabelo", diz.


Cabelo dentro do secador é um problema?

Em alguns secadores é possível ver alguns fios presos dentro do aparelho. Quando isso acontece, é comum sentir um cheiro de queimado ao usá-lo, pois os fios estão sendo queimados e podem até mesmo passar esse cheiro para os cabelos. "Pode ser cabelo que entrou no interior do secador e está em contato com a resistência responsável pelo aquecimento do aparelho, o cabelo é um grande receptor e difusor de aromas, cheiros, odores, por sua camada cuticular que reveste o córtex. E dá para perceber, pois o cheiro de cabelo queimado é bem característico, diferente do cheiro da resistência e de fios elétricos queimando", afirma.


Uma dica rápida para quando sentir este cheiro de queimado no secador é desligar o secador da tomada, verificar a telinha que fica atrás e fazer uma limpeza. Mas o ideal é procurar um técnico, pois pode ser o alerta para uma possível revisão. "Além de retirar esses fios, alguns necessitam a troca do carvão, lubrificação da ventoinha e limpeza interna, além de verificar a integridade da tomada e do fio elétrico", explica.

Caso sinta cheiro de queimado, é importante levar o aparelho a um técnico

Dicas para secar cabelo

Observar as escovas usadas também é uma forma de verificar se o secador está sendo usado da forma correta. "Se as escovas estiverem com as cerdas tortas e com falhas, é porque a distância e o calor estão danificando também o seu cabelo. A distância correta é de 10 cm e temperatura média para uma secagem saudável, sem forçar o motor do secador", finaliza.



(Fonte: Catraca Livre)

terça-feira, 19 de julho de 2016

segunda-feira, 18 de julho de 2016

10 passos para se adaptar a qualquer trabalho

É possível abandonar o medo da mudança e adotar uma postura mais adequada às transformações. Confira o passo a passo  


1. ACEITE A MUDANÇA 

Vivemos constantes transformações no mercado de trabalho, que incluem crises cíclicas. “É preciso tomar as transições como verdades e esperar por elas”, diz Fabricio Velasco, da Hays, empresa de recrutamento de executivos, de São Paulo. Lembre que todos, assim como você, precisam se adaptar. É uma questão de sobrevivência.

2. SEJA O PROTAGONISTA

Descubra se você tende a buscar estabilidade e conformidade, pois essa tendência é típica dos profissionais céticos, que agem como vítimas das mudanças. Tente ver as transformações como oportunidades de crescimento. Entenda que as novas demandas podem ajudá-lo a tomar decisões que vão beneficiar sua evolução.  

3. ATUE COM EQUILÍBRIO

Mudar não implica criar algo inédito ou abandonar qualidades, mas ser ágil para se ajustar. “É preciso criar raízes que sustentem a tomada de decisões em novos ambientes e, ao mesmo tempo, criar asas que permitam ousar”, diz Betania Tanure, especialista em gestão de carreira.

4. BUSQUE APRENDIZADO

Procure aprender algo novo todos os dias ou, pelo menos, constantemente. Há vantagens em adotar outros padrões e tecnologias criados para facilitar o trabalho. O que você precisa fazer é separar um tempo para investigá-los.

5. CONHEÇA GENTE

Vale fazer um esforço para conhecer pessoas novas, que possam contribuir com opiniões relevantes sobre o modo de encarar o trabalho. Participe de diferentes grupos e seja ativo nos debates. “Convém estudar os objetivos das discussões e preparar ideias e propostas convincentes”, diz Luiz Edmundo Rosa, da ABRH, de São Paulo.

6. DESAPEGUE DO PASSADO

Sempre que possível, jogue fora, doe ou venda tudo aquilo que algum dia foi bom, mas que hoje pode ser substituído por algo melhor. O mesmo vale para as metas: se as demandas mudaram, é preciso largar os planos que não fazem mais sentido e reformulá-los. Se a insatisfação com o trabalho atual estiver muito alta, leve esse raciocínio para o limite e pense em como poderia romper com o que está ruim — e em como deveria se transformar para encontrar satisfação.

7. ATUALIZE-SE

Em um contexto de mudanças, é necessário estar por dentro dos acontecimentos: frequente eventos em sua área, faça cursos, converse com as pessoas a seu redor, líderes inclusive. Outro conselho é ler muito, até sobre temas fora de seu escopo — isso ajuda a ter ideias e a entender como pessoas diferentes lidam com mudanças. 

8. PEÇA CONSELHOS

Faça uma análise de suas qualidades e pontos de melhoria. Pessoas de confiança podem ajudá-lo a se enxergar melhor. Os profissionais ficam presos às próprias verdades, quando deveriam pedir conselhos a outros executivos. 

9. SEJA OTIMISTA

Não encare as novidades como modismos carregados de conotações negativas. “Só é possível inovar se a mente está aberta”, diz Patrícia Cotton, especialista em gestão de mudanças, do Rio de Janeiro. Em vez de simplesmente criticar, pense sobre soluções melhores. 

10. APROVEITE O MOMENTO

Crises são oportunidades para aprender, mostrar serviço e aparecer. Relaxe e tente se divertir. “Cabe montar um plano de ação para tirar projetos profissionais ou pessoais do papel”, diz Nathalie Trutmann, consultora-chefe na Faculdade de Informática e Administração Paulista (Fiap). 



(Fonte: Exame)

quinta-feira, 14 de julho de 2016

O Facebook irá diminuir nossos posts em sua timeline

O Facebook anunciou no dia 29 de Junho, uma nova alteração na exibição de feed de notícias. Desta vez, páginas não serão tão visualizadas como antes, dando a vez para os perfis de seus amigos. O intuito e aumentar a interação entre as pessoas, que é a essência da rede social.
Porém, não há porque se espantar. Para continuar tendo acesso fácil e rápido à nossas notícias, basta seguir as instruções abaixo:


 No app, clique no ícone em destaque (Seguindo) e depois na opção "Ver primeiro".



No desktop, clique em "Curtiu" e depois em "Ver primeiro"


Veja 9 sinais de que você pode ser demitido em breve

Em um cenário de recessão e desemprego em alta, o medo de ser demitido aumenta. O ideal é sempre ficar atento ao seu desempenho no trabalho e à qualidade do relacionamento com chefes e colegas, segundo a consultora de carreiras e especialista em finanças Carolina Ruhman Sandler.

“Você pode reduzir os riscos de ser demitido se faz um bom trabalho, tem um comportamento que condiz com a cultura da empresa, é proativo e tem uma atitude positiva”, diz.

Segundo ela, há sinais que podem indicar quando a perda do emprego está próxima. Ao identificá-los, é possível reverter a situação ou pelo menos se prevenir e começar a procurar outra oportunidade profissional imediatamente.

Avaliações ruins

Tome cuidado se seu desempenho não for considerado bom. Nem sempre uma avaliação ruim é sinal de demissão, pode ser uma oportunidade para que você se desenvolva, se supere e dê a volta por cima. No entanto, se elas se tornarem frequentes e você receber muitos feedbacks negativos, seu emprego pode estar em perigo.

Exclusão 

Desconfie se você começar a ser excluído de reuniões importantes de sua equipe. Algumas delas podem não precisar da presença de todos. No entanto, se você for excluído com frequência de encontros relacionados diretamente ao seu trabalho, pode ser um indicativo de problema.

Perda de recursos e acesso a dados

Se de repente você passa a ter menos acesso a recursos que facilitariam seu trabalho e aumentariam a produtividade, este pode ser um sinal de que a empresa não vê mais retorno no investimento feito em você. Outro motivo para se preocupar é se seu acesso a dados estiver limitado. Se a senha do e-mail não funcionar mais – sem que você tenha trocado -, ou seu acesso à intranet da empresa for barrado, seu emprego pode estar com os dias contados.

Fazer todo o trabalho é impossível

Podem existir várias razões para você não dar mais conta do trabalho: estar sob uma liderança despreparada, trabalhar em uma empresa desorganizada ou em uma equipe muito enxuta, na qual todos são sobrecarregados. A sobrecarga, por sinal, é ainda mais comum neste período de crise que o Brasil enfrenta, com tantos cortes de vagas. No entanto, se os prazos e metas que você precisa atender são claramente inatingíveis e absurdos, isso pode ser proposital – uma tentativa da companhia ou do chefe para vê-lo fracassar e ter um motivo para demiti-lo.

Piora na relação com o chefe

É normal que exista alguma tensão no ambiente de trabalho por conta de estresse, prazos apertados etc. Porém, educação e respeito são fundamentais. Você não é obrigada a amar seu chefe nem vice-versa. É necessário, no entanto, que haja confiança e cordialidade entre vocês. Atritos constantes são prejudiciais. Tome cuidado se a relação se deteriorar – a situação pode chegar a um ponto insustentável.

Suas responsabilidades diminuíram

Se você lidera uma equipe e de repente seus subordinados passam a responder a outros gestores, fique atento. Se projetos que estavam sob seus cuidados são transferidos para outros funcionários sem nenhuma explicação razoável, é possível que o seu cargo esteja ameaçado.

Você cometeu erro que causou prejuízo à empresa

Nem todas as companhias ou gestores lidam com erros da mesma forma. Alguns são mais tolerantes, outros não. Em um mundo ideal, existiria pouca possibilidade de falhas: todos os funcionários teriam prazos adequados e realistas para executar cada tarefa com o máximo de qualidade, além do treinamento necessário para trabalhar com confiança e precisão. Independente do motivo que levou ao erro, há chances de você ser demitido se ele tiver gerado prejuízos à empresa ou afetado sua reputação.

Você tem que treinar outro funcionário com urgência

Desconfie se for obrigado a treinar outro funcionário com urgência para fazer exatamente as mesmas atividades que você. Tal treinamento é desejável e necessário quando a equipe cresce ou há um remanejamento de cargos. Porém, se de um dia para o outro você tiver que ensinar tudo o que sabe sem conhecer o motivo, talvez não seja um bom sinal. 

Anúncio de vaga na mesma função que a sua

Você está pesquisando oportunidades de emprego e se surpreende ao encontrar a descrição de uma vaga igual à sua e na mesma empresa em que trabalha? A menos que haja expectativas de expansão da equipe, pode ser uma indicação de que em breve você terá que dizer adeus ao seu emprego.



(Fonte: Exame)

quarta-feira, 13 de julho de 2016

"Inglês intermediário" no currículo é colocado à prova

Intermediário. Essa palavra foi banalizada nos currículos dos brasileiros, principalmente quando usada para medir a aptidão do candidato na língua inglesa.

É claro que muitos se dizem "intermediários" em inglês sem mesmo saber o que esse nível significa. Pensando nisso, a CCBEU (Centro Cultural Brasil Estados Unidos) resolveu criar uma ação para responder de uma vez por todas se o inglês da maioria é, realmente, intermediário.

A campanha "O intermediário" contou com a parceria de uma empresa de recursos humanos. Ela foi responsável por selecionar os candidatos com perfil de interesse, ou seja, aqueles com "inglês intermediário". Na sequência, os participantes foram abordados por telefone por um entrevistador. O detalhe, porém, é que ele só fala inglês.

Perguntas do tipo: "Estou ligando para falar sobre uma oportunidade de trabalho", "Você está interessado na sua carreira?", foram levantadas em inglês. Os candidatos, sem exceção, tentavam se comunicar em português, claramente tensos e sem entender o entrevistador.

Para conferir a ação completa é preciso acessar o site da CCBEU ou clicar aqui.


8 Técnicas de abordagem em vendas

Técnicas de vendas estão diretamente relacionadas com o poder de abordagem. Entenda abordagem como a arte de conquistar a atenção do seu cliente antes que ele fale “não quero comprar”! Pode ser desenvolvida de diversas formas e funciona para vendas presenciais, pela internet e pelo telefone. No artigo de hoje, nosso objetivo é demonstrar 8 técnicas de vendas de abordagem!

MAS O QUE É ABORDAGEM?

Vender é uma das atividades mais interessantes dentro do comércio. Ser vendedor exige que a pessoa tenha uma série de qualidades que a credencie para exercer a função e, também, que ela se desvencilhe de seus defeitos para que as pessoas – potenciais clientes – se sintam seguros com o que elas irão falar. E a parte da venda que mais comprova tudo isso é a abordagem ao cliente.  Abordar o cliente é um medo comum em vendedores no começo de carreira e, se utilizar de técnicas de abordagem pré-fixadas, pode ajudar.


AS PRINCIPAIS TÉCNICAS DE ABORDAGEM AO CLIENTE:

Antes de tudo, lembre-se que o atendimento deve ocorrer de forma natural, não mecânica como costumamos ver em lojas por onde passamos. Vender não é empurrar o produto para o cliente, mas sim entender o que ele deseja (e precisa) comprar.
As pessoas têm um receio histórico contra os vendedores. Por isso, uma abordagem decidida, feliz e que demonstre seu interesse na pessoa – e não na venda – é essencial para que o paradigma seja quebrado assim que o cliente entra na loja.

1 – SORRIA PARA O CLIENTE:

A primeira técnica de abordagem é estar sempre visível e com um sorriso no rosto. Encantar um cliente passa primeiro pela fase de aproximação. Se você está sorrindo, demostra que está feliz e, consequentemente, que o cliente pode contar com você!


2 – SINTONIA ENTRE PRODUTO E VENDEDOR:

A segunda é manter a aparência em sintonia com o que você está vendendo. Se você trabalha com roupas de surf, use-as. Se trabalha com barbeador, esteja barbeado. Se trabalha com Mary Kay, esteja maquiada.
Usando o produto você terá mais ferramentas para convencer o cliente a comprar, pois entende o produto e ainda demonstra ao cliente.

3 – COMO VOCÊ FALA?

A terceira técnica é usar um vocabulário alegre e não comum. Esqueça palavras negativas, como o famoso “pois não?”. Prefira palavras alegres e que vão deixar o cliente confortável em conversar com você.
Quer um exemplo? Comece a cumprimentar seus clientes com o “BOM DIA” mais forte, mais eficaz e com sorriso no rosto. Depois conte nos comentários deste artigo qual foi a reação  deles!

4 – DEMONSTRE INTERESSE NO CLIENTE

A quarta técnica é, como já foi dito, não demonstrar interesse na venda, mas sim, na satisfação do cliente. Seja receptivo às dúvidas do cliente e fale o seu nome para que ele possa chamá-lo.
Estar atento ao que o cliente quer comprar é uma das melhores ferramentas de abordagem. 
Se um casal está olhando um carro tipo SUV, um vendedor de carros experiente já pressupõe que ambos querem aumentar a família e já prepara seu discurso através dessa informação!

5 – NÃO SUFOQUE O CLIENTE!

Você já passou pela situação de ir provar uma peça de roupa como, por exemplo, uma calça e o vendedor “jogar” dentro do provador: camiseta, cueca, camisa e…. Sendo que você queria comprar apenas uma calça?
Pois é! Isso é não dar espaço ao cliente! Não fique em cima do cliente todo o tempo. Seja educado e permaneça à disposição, mas sem interferir no caminho do cliente ou mesmo tocá-lo. Respeita o cliente é o primeiro passo para você criar relacionamento.

O ESTADO EMOCIONAL DO VENDEDOR E A ABORDAGEM DO CLIENTE:

Agora que desenvolvemos algumas introduções sobre como abordar o cliente, vamos conversar sobre as melhores técnicas para você aplicar em seu dia-a-dia e vender mais!

6 – DESENVOLVA 5 PERGUNTAS CRIATIVAS

Desenvolver perguntas criativas que façam o cliente pensar podem ajudar você de duas maneiras:
1º – Você já sabe o que falar e, se fica nervoso quando vai abordar um cliente durante uma ligação ou pessoalmente. Além disso, fica mais fácil adaptar o que já deu certo para outras abordagens para um novo cliente, entendeu?
2º – perguntas criativas fazem o cliente pensar. Se ele pensa, ele presta atenção em você e, dessa forma, você tem a oportunidade de conversar com ele e dar sequência nas técnicas de vendas!
Algumas perguntas criativas para, por exemplo, um vendedor de carros:
Você gostaria de economizar tempo e manter o conforto?
O que é mais importante: autonomia ou desempenho?
Você sabe os principais benefícios do câmbio automático?
Espaço interno ou estética? O que você acha mais importante no carro?

7 – MOSTRE INTERESSE

Mostrar interesse é conversar com o cliente como se fosse um amigo ou alguém também interessado em comprar o produto. Mostrar interesse é falar sobre o que as características do seu produto vão resultar ao cliente. É despertar curiosidade!
Demonstre para o seu cliente que você entende do seu mercado, da sua empresa e do seu produto. Quando você perceber que esses três pilares estão bem estruturados, parta para as técnicas de vendas que mais gosta para fechar a venda.

8 – UTILIZE PERGUNTAS ABERTAS!

Para finalizar este artigo, gostaria que você, caro leitor, aprendesse a utilizar as perguntas abertas para fazer abordagens campeãs em vendas e aumentar seus números!
As perguntas abertas são utilizadas para fluir a conversa, dar sequencia a uma ideia e entender melhor o que o cliente quer comprar. Quando você utiliza perguntas abertas, o cliente esquece que seu papel é “vender” e abre um diálogo como um amigo.
Para exemplificar, perguntas iniciadas com “o que”, “quando”, “como”, “por que”, “quem”, “quantos” e “qual” abrem espaço para o cliente dialogar e mostrar para você qual o verdadeiro problema que você, amigo vendedor, precisa solucionar!
Um vendedor de bem com a vida, com o sorriso no rosto e que é convicto, certamente fechará uma venda se abordar o cliente desta forma. Portanto, ao se dirigir ao cliente, demonstre toda a sintonia e identificação que tem com a empresa e com o produto.
Profissional de vendas levantando requisitos utilizando perguntas abertas para um grupo de clientes

A FIDELIZAÇÃO POR MEIO DA ABORDAGEM:

Você pode ganhar um cliente fiel, mesmo se ele não comprar na primeira vez. Se sua abordagem for positiva e simpática, ele certamente voltará para comprar não somente uma, mas duas, três vezes. Será um cliente para sempre.
Iniciar um processo de venda de forma positiva é metade do caminho para fechá-la. Por isso, os grandes vendedores se utilizam das técnicas de abordagem para fazer sucesso e vender muito!


Como minimizar a rotatividade nos salões de beleza

A rotatividade dos cabeleireiros nos estabelecimentos é algo recorrente e que pode gerar grandes transtornos para operação do salão de beleza. Muitas vezes as empresas gastam muito em treinamento de colaboradores e estes não permanecem tempo suficiente para pagar o que foi investido.
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Segundo Chiavenato (1999), o grande diferencial, e a principal vantagem competitiva das empresas, decorre das pessoas que nelas trabalham. Mas o que fazer para minimizar os efeitos dessa rotatividade?

Sabemos que a cada colaborador que vai embora, parte da  identidade da empresa pode se perder também. Por esse motivo, uma boa forma de preservar a identidade da empresa é criar um sistema de manualização de procedimentos e rotinas, que será uma espécie de bíblia de todo novo profissional que for inserido. Pode-se exigir um pouco de tempo e esforço, mas os resultados serão de fato recompensadores.

ELABORANDO O MANUAL DE ROTINAS E PROCEDIMENTOS


“Todo estabelecimento deve ter um Manual de Rotinas e Procedimentos, que é um roteiro descritivo de cada serviço prestado, mostrando o passo a passo e as recomendações sobre as atividades executadas. O manual deve abordar as rotinas de trabalho, como tingimento ou relaxamento de cabelos, depilação, tratamento estético, podologia, etc. É preciso constar também do Manual todos os cuidados com os instrumentos de trabalho como toalhas, pentes, escovas, esterilização de alicates e orientações relativas à higienização do ambiente de trabalho. Sendo assim, na elaboração do manual, recomenda-se enfocar procedimentos quanto a:
• Higienização do Ambiente – pisos e paredes, mobiliário e banheiros. 
• Produtos em Geral – produtos cosméticos, toalhas, alicates, espátulas e outros. 
• Processos de Esterilização – tipos e equipamentos. 
• Serviços – manicure, pedicuro e podólogo; cabeleireiro e barbeiro; depilação e Esteticista". 

(Fonte: Manual COVISA-SP)

Sabemos que nada substitui o treinamento prático, que pode ser feito de forma mais tranquila quando se possui um manual bem detalhado sobre as normas, rotinas e procedimentos de sua empresa. O Sebrae tem sido um grande parceiro dos profissionais de beleza. Veja aqui um exemplo desse manual. O Manual deve ser lido e relido sempre que houver necessidade de ambientar um novo colaborador ou realinhar algo que está saindo fora das normas da empresa.


terça-feira, 12 de julho de 2016

Os 3 principais erros na estratégia de marketing de conteúdo

Aprendeu tudo o que era necessário pra começar, montou o time dos sonhos, produziu vários conteúdos e mesmo assim sente que possui erros na estratégia de marketing de conteúdo, pois seu público não está reconhecendo sua marca?


Talvez seu público esteja ficando com fatiga de sua marca. Fatiga de marca? Sim, isso é real e perigoso! Porém, não se desespere, iremos elencar aqui os principais motivos dessa causa e como resolver estes desafios.

Principais erros na estratégia de marketing de conteúdo

1º erro - Você está enviando muitos emails

A pessoa acaba de assinar sua newsletter e recebe mas de 10 emails numa semana sobre temas que nem a interessam. Esse é um caso que ocorre sempre e, provavelmente, já ocorreu com você. Isso cria um sentimento de poluição da marca. O qual o lead mal lê o título ou conteúdo do email, mas já vê que é de sua empresa ou da mesma pessoa da equipe que enviou e deleta. Ela filtra inconscientemente sua marca e deleta as mensagens.

2º erro - O conteúdo é pouco relevante ou muito raso

Já recebeu algo que até talvez te interesse, mas no fim das contas não irá te agregar valor? Uma boa estratégia não leva só em conta a produção do conteúdo, mas também a relevância e o objetivo dele.

3º erro - O lead não tem como selecionar o que quer receber

A pessoa está interessa na sua marca e quer ficar em constante atualização sobre as novidades. Porém, talvez ela só possua tempo para ler os emails em algum dia e período, mas não consegue configurar essa frequência. Mensagens na hora errada e frequentes, uma hora vão causar fatiga.

Como evitar a fatiga de marca

Agora que está pronto para eliminar os erros na estratégia de marketing de conteúdo, analise canal por canal as melhorias que devem ser feitas.

Email
Comece enviando emails para sua base inteira e com conteúdo altamente pessoal. Para poder avaliar como as pessoas engajam, qual a frequência de envios, as taxas, ou seja, a experiência dos leads com a marca. Assim, é possível saber o que deve enviar e o que estão procurando.


DICA: sempre analise as taxas de abertura, unsubscribe e de engajamento. São elas que lhe ajudarão a fornecer mais valor para seus conteúdos e corrigir erros.

EVITE: enviar a mesma mensagem para a base inteira. Um alto número de unsubscribes e baixo engajamento podem fazer com que as plataformas de email filtrem seu conteúdo como spam, ou até mesmo recusarem sua mensagem.

Blog e conteúdo
Se ainda não sabe quanto conteúdo produzir, o possui em pequena quantidade e planeja aumentar: teste! O marketing de conteúdo é baseado em testes, se está com dúvidas, teste!

E se precisar de uma ajuda, pergunte-se "Quem irá compartilhar isso e por quê?". Se não souber a resposta, não produza!

DICA: acompanhe as sessões, taxas de conversão, tempo na página e se o conteúdo está ajudando a espalhar a marca. Se sentir que não há crescimento, então volte uma casa atrás e reestruture o plano.

EVITE: muito conteúdo e pouca qualidade. Você não precisa ser uma linha de produção, de conteúdo e sim ouvir o que seu público deseja. Tenha foco.

Social
Foque no conteúdo que possua alta taxa de engajamento. E acompanhe sempre, sempre, sempre os dados que as redes fornecem. Quando um conteúdo está se saindo muito bem em uma das redes, pode indicar o momento de publicar ou republicar em outra. Porém, cuidado com o alto volume, para não ser penalizado no alcance de seus posts.

DICA: as redes são ótimos canais para conteúdos que performaram bem serem re-compartilhados.

EVITE: o mesmo conteúdo, ao mesmo tempo, em todas as redes e com o mesmo texto. Cada uma possui seu objetivo, se não tem um plano para cada, não poste apenas por presença.

Agora que aprendeu como evitar a fadiga de marca e não ter mais erros na estratégia de marketing de conteúdo, leve sempre com você o ciclo do conteúdo:

PLANEJAR -> PRODUZIR COM OBJETIVO -> COMPARTILHAR -> MENSURAR




(Fonte: Linked-In / por Pedro Hernandes)

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Uso de emoji em tempo real!

O site emoji tracker acompanha em tempo real o uso de emojis no Twitter, e acabou se tornando uma ferramenta para ver os mais populares emojis da história. Vamos à premiação:

Em primeiro lugar disparado está o bom e velho "chorar de rir", com mais de um 1,3 bilhão de usos. Ele é seguido por coração pequeno (600 milhões), coração grande (590 milhões), cara apaixonada (520 milhões) e cara de "not amused" (387 milhões).


Já entre os emojis menos populares, temos opções realmente de induzir ao sono de tão sem-graça, como "controle de passaporte" (49 mil), "água não-potável" (45 mil), "bonde" (42 mil), "proibido bicicletas" (40 mil). E o menos popular da história: "esteira de bagagens" (39 mil). ZZZzzz

Veja o ranking de todos os emojis no emojitracker.

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(Fonte: Catraca Livre / por Redação)

A hora dos Crespos!

Uma média de 70% das brasileiras possuem cabelos crespos. Mas ainda assim, são bem poucas as possibilidades de tratamento e manutenção desse tipo de cabelo no mercado brasileiro, chamado por alguns de cabelo “duro". Mas, quem trabalha cuidando dos cabelos crespos sabe que de duro ele não tem nada. E não pense você que são só as mulheres que tem dedicado tempo a beleza dos crespos, é cada vez maior o número dos homens que assumem e buscam formas de tratar a cabeleira cacheada. Jailson Gaby alerta: “Para se obter crespos e cacheados bonitos e com aparência saudável é preciso manter uma série de cuidados, em especial se os cabelos forem quimicamente transformados!


Os cuidados vão desde a lavagem até a manutenção e são essenciais para deixá-los saudáveis e sedosos. Por esse motivo é importante contar com uma linha de produtos confiáveis, como o caso da inovação da ImBeauty, que lança no mercado uma linha com tecnologia exclusiva para os crespos: A  AfroMix.

A linha foi idealizada de maneira inteligente e conta com ativos para transformar quimicamente, tratar e realizar a manutenção dos cachos. Isso é importante, pois os cabelos crespos sem produtos específicos são mais difíceis de finalizar o que pode dificultar a manutenção diária causando até mesmo a quebra dos fios. Por isso, mantê-los bem lavados e hidratados com produtos de qualidade profissional e formulação específica para esse tipo de cabelo é fundamental para revelar a sua beleza e naturalidade. A fórmula AfroMix foi elaborada com ativos de tratamento da nossa fauna amazônica, entre eles o óleo de macadâmia e a manteiga de karité que proporciona extrema hidratação da fibra capilar.



Os cabelos crespos nascem espiralados desde a raiz, por esse motivo são naturalmente mais opacos e ressecados, já que a distribuição da oleosidade natural do couro cabeludo ao longo dos fios é mais dificultada. Esse é o motivo do sucesso da família de produtos AfroMix, pensada para esta estrutura de fio. Os resultados alcançados são cabelos com cachos hidratados, sempre com muito brilho, balanço e   naturalidade.


(Fonte: Jailson Gaby)

Resposta para crise? Crescimento profissional

Economista avalia impacto desta dificuldade no mercado de trabalho


O ano começou e palavras como crise, “pibinho” e inflação despontam quando o assunto é a economia brasileira. Em momentos como esse, em que as incertezas abalam o mercado de trabalho, profissionais de todos os setores temem que a retração de empregos faça com que o país volte a enfrentar momentos que muitos sequer vivenciaram. A resposta para este problema é: crescimento profissional.
“Antes tínhamos crises frequentes chamadas de stop and go, onde havia euforia e retração, algo comum com a inflação da época. Agora é diferente pois existe um contingente muito grande de famílias que tiveram um período razoável de aumento de renda e participação maior na economia“, explica Nuno Fouto, professor de Economia da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da USP.

“Quando se pega um revés desses, essas pessoas, que não viveram a época do stop and go, da grande inflação, se assustam porque estão acostumadas com uma maior estabilidade e não pensam muito no crescimento profissional”, completa.

Qualificação

De acordo com Fouto, o impacto de uma crise no dia a dia dos trabalhadores, estejam empregados ou não, favorece os mais qualificados, tendo em vista que as empresas, ao precisar enxugar seus quadros de funcionários, buscarão ficar com os mais competentes – o que, de certa forma, é favorável à recolocação desses profissionais.

“É um momento em que muitos profissionais que deixaram de procurar emprego para se qualificar, dedicando-se aos estudos, voltam a buscar posicionamento – justamente quando é mais difícil. Muita gente, por exemplo, larga a pós-graduação por não conseguir pagar”, diz o economista. “Na dificuldade as pessoas inclusive aceitam salários mais baixos, reduzindo as exigências que tinham anteriormente.”

Questionado sobre a existência de setores mais prejudicados que outros diante da atual crise, ele afirma que ações que privilegiam um setor em detrimento do outro acabam transferindo renda de setores produtivos para um setor improdutivo. “Ao protegê-los você está mantendo empregos artificialmente”, afirma.


Foco no crescimento profissional

Aos que buscam a colocação no mercado de trabalho o economista aconselha foco no futuro. “É importante não olhar para o passado. O interessante para quem está saindo da faculdade e entrando no mercado é buscar o crescimento profissional em empresas que estão inovando, com potencial de crescer, e não necessariamente aquelas já estabelecidas. Não dá para parar de evoluir seu capital intelectual. Quem está se formando precisa buscar crescimento, não estabilidade.”



(Fonte: Vagas / por Guss de Lucca)