domingo, 30 de agosto de 2015

Veja casos de pessoas que se deram mal no trabalho e na vida por causa das redes sociais

Apesar de extremamente úteis, as redes sociais podem causar até demissões. Faltar no trabalho e publicar foto em evento, fazer coisas nojentas em restaurantes e posar em atividades ilegais são só algumas das razões justificadas. Confira quem já se deu muito mal no trabalhando por conta de interações equivocadas nas redes sociais:

Curtiu e foi pego
102_2929-blog-like_1

Foragido da polícia nos EUA, Charles Reardon, de 23 anos acabou sendo preso por conta de um vacilo: curtiu uma postagem da Crimestoppers (entidade que recebe denúncias sobre crimes) que anunciava sua condicação, justimente, de foragido.

Alunos quentes e maconha 
resizeA professora de matemática  Carly McKinney foi demitida após tweets com comentários sobre "alunos interessantes" e fotos de consumo de maconha chegaram até a direção da escola.

Tsunami 
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O comediante Gilbert Gottfried foi demitido assim que um um piada sobre as vítimas do Tsunami no Japão foi postada no Twitter, em 2011: "'Eu estava conversando com meu agente imobiliário japonês. Eu disse 'há uma escola nesta área." Ela disse 'não agora, mas é só esperar.' "

 Purê molhadinho
demitido4O chefe do KFC não engoliu essa...

Atestado para corrida
demitido5A enfermeira pegou atestado de 15 dias e publicou foto em Maratona no Rio de Janeiro.

O Alquimista
demitido3
Testes para congelar xixi e temperar o lanche com o próprio corpo não deu muito certo para esse cara...

Salada solada
demitido2
O cliente não achou muito legal e denunciou o funcionário do Burguer King.

Virou fumaça, subiu!
demitido1
"Me dê um bom motivo para não te demitir na segunda-feira?", comenta o chefe.

Temperado
demitido
Postado na página da lanchonete. Assim, como se nada.

Dando o exemplo
demitida6
Essa professora foi demitida após postar fotos no Facebook de seus alunos com fita adesiva na boca.

Para evitar gafes e garantir sucesso no mercado de trabalho, venha para o Instituto Mix de Profissões!

Via Catraca Livre

Veja casos de pessoas que se deram mal no trabalho e na vida por causa das redes sociais

Apesar de extremamente úteis, as redes sociais podem causar até demissões. Faltar no trabalho e publicar foto em evento, fazer coisas nojentas em restaurantes e posar em atividades ilegais são só algumas das razões justificadas. Confira quem já se deu muito mal no trabalhando por conta de interações equivocadas nas redes sociais:

Curtiu e foi pego
102_2929-blog-like_1

Foragido da polícia nos EUA, Charles Reardon, de 23 anos acabou sendo preso por conta de um vacilo: curtiu uma postagem da Crimestoppers (entidade que recebe denúncias sobre crimes) que anunciava sua condicação, justimente, de foragido.

Alunos quentes e maconha 
resizeA professora de matemática  Carly McKinney foi demitida após tweets com comentários sobre "alunos interessantes" e fotos de consumo de maconha chegaram até a direção da escola.

Tsunami 
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O comediante Gilbert Gottfried foi demitido assim que um um piada sobre as vítimas do Tsunami no Japão foi postada no Twitter, em 2011: "'Eu estava conversando com meu agente imobiliário japonês. Eu disse 'há uma escola nesta área." Ela disse 'não agora, mas é só esperar.' "

 Purê molhadinho
demitido4O chefe do KFC não engoliu essa...

Atestado para corrida
demitido5A enfermeira pegou atestado de 15 dias e publicou foto em Maratona no Rio de Janeiro.

O Alquimista
demitido3
Testes para congelar xixi e temperar o lanche com o próprio corpo não deu muito certo para esse cara...

Salada solada
demitido2
O cliente não achou muito legal e denunciou o funcionário do Burguer King.

Virou fumaça, subiu!
demitido1
"Me dê um bom motivo para não te demitir na segunda-feira?", comenta o chefe.

Temperado
demitido
Postado na página da lanchonete. Assim, como se nada.

Dando o exemplo
demitida6
Essa professora foi demitida após postar fotos no Facebook de seus alunos com fita adesiva na boca.

Para evitar gafes e garantir sucesso no mercado de trabalho, venha para o Instituto Mix de Profissões!

Via Catraca Livre

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Aos 86 anos, mulher se forma em direito no RS e quer ajudar idosos

No próximo dia 29 de agosto, a aposentada Maria Francisca Coruja, de 86 anos, será a formanda mais velha da turma de 21 alunos do curso de direito da universidade La Salle de Canoas, na Região Metropolitana de Porto Alegre. Sem ambição financeira e com muita vontade de ajudar os outros, a idosa está ansiosa para a cerimônia de colação de grau. E já faz novos planos. Decidida, já se prepara para o próximo desafio: ser aprovada no exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).
Viúva desde 1997, Dona Coruja, como é carinhosamente chamada por amigos e conhecidos, decidiu retomar os estudos em 2009, aos 80 anos, após a perda da mãe. Voltar à sala de aula foi uma forma de ocupar o tempo em que se sentia solitária no imenso apartamento onde mora na capital.
A gente nunca sabe o suficiente, sempre há  coisas para aprender na vida"
Maria Francisca Coruja, 86 anos, formanda
“No início eu fui [para a faculdade] para preencher a minha vida, que estava solitária. Mas quando entrei, já fui planejando meu futuro. No segundo semestre eu pretendo me preparar para a prova da OAB e pretendo trabalhar com a terceira idade, para ajudar as vovozinhas e vovozinhos que precisam”, diz ela ao G1.
Mesmo sem querer, a história de vida de Dona Coruja serve de exemplo. Ela percebeu isso com clareza na última semana, quando foi a uma loja comprar um vestido para usar em uma das celebrações da formatura e compartilhou o compromisso com a atendente que a recebeu. “A moça me disse: ‘Tu estás se formando em direito com 86 anos? Que vergonha de mim’, me disse ela, correndo uma lágrima do olho. Ela tinha 50 anos e se achava velha para isso”, comenta, indignada.
E já é fato que a universidade não é mais um ambiente frequentado somente por gente jovem. O perfil do ensino superior no Brasil mudou. Dados do Ministério da Educação (MEC) apontam que houve um aumento de 40% no número de pessoas acima dos 60 anos dentro da universidade, entre 2010 e 2012.
Dona Coruja é a mais velha da turma de estudantes de direito (Foto: Arquivo pessoal)Dona Coruja é a mais velha da turma de estudantes de direito (Foto: Arquivo pessoal)
Graduada em ciências biológicas e com pós em pedagogia, a idosa aposentou-se em 1983, depois de fazer carreira por 35 anos no magistério. O diploma em direito vai unir-se aos demais certificados que já coleciona no currículo. “Eu me aposentei, mas não parei. Nunca. Tem uma frase que sempre usei na minha vida: ‘Todo o movimento que estaciona, morre’. Então eu não paro nunca”, afirma.
Apesar da idade avançada, Dona Coruja não abre mão do sonho de exercer a profissão de advogada de forma voluntária, na área do direito previdenciário. “Vai ser um trabalho gratuito. Eu sou muito modesta, já ganho o suficiente para viver bem”, sustenta ela. “Eu tenho onde morar, já fiz muitas viagens pelo mundo. Sei administrar meu dinheiro, ele rende. Então eu não tenho ambição por dinheiro. Eu não vou levar dinheiro para o céu”, completa.
Dona Coruja era referência na turma de formandos (Foto: Arquivo pessoal)Dona Coruja era referência na turma de formandos
(Foto: Arquivo pessoal)
Estudar para ela nunca foi problema. Pelo contrário, era prazer. Filha de professor, entrou na escola já sabendo ler e escrever, aos 5 anos. “Aprendi com o meu pai”, conta a irmã mais velha de uma família humilde de sete irmãos.
Nascida em Barra do Ribeiro, a cerca de 60 km de Porto Alegre, começou a trabalhar ainda adolescente. Com a morte do pai, aos 15 anos procurou emprego para ajudar a mãe, que cuidava do lar, com as despesas da casa.
“Nossa família não tinha muitos recursos. A gente se criou no interior, uma vida modesta”, lembra. Aos 19, casou-se em Gravataí, na Região Metropolitana. Logo se mudou para a capital, onde teve os dois filhos Elaine Terezinha, 59 anos, e Sérgio Augusto, 66 anos.
É no passado que Dona Coruja busca inspiração para correr atrás dos sonhos que ainda conserva vivos. “Aos meus queridos pais, minha eterna gratidão pela luta empreendida para custear meus estudos de 1º grau, alicerce que hoje completo a obra sonhada”, escreveu ela em seu convite de formatura.
A única tristeza no meio de um período tão alegre na vida de Dona Coruja é a frágil saúde da filha, que está hospitalizada com pneumonia e recebe os cuidados da mãe. “Fiquei tão envolvida com isso que nem pude mandar todos os convites”, lamenta. Por essa razão, a festa de formatura será bem simples. “Em família e com amigos bem íntimos”, resume.
Aluna aplicada e cheia de opiniões
Durante os seis anos em que esteve na faculdade, Dona Coruja manteve a rotina de ir de ônibus ou trem até a universidade em Canoas, trajeto que levava cerca de 45 minutos. Nem mesmo algumas aulas no turno da noite a intimidavam a usar o transporte coletivo. “Eu tenho muita fé. Sou invisível para o mal”, brinca.
Em sala de aula, Dona Coruja era referência na turma, querida tanto por professores como pelos colegas. Embora não saiba explicar o que a levou a optar pelo direito, descobriu nas leis e códigos penais uma nova paixão. O bom desempenho é resultado de horas de estudo em casa. “Sou apaixonada pela educação, pela instrução. Estudo 10, 12 horas por dia”, diz.
Tanta leitura rende assunto. Sobre temas polêmicos, como a proposta de redução da maioridade penal de 18 para 16 anos no caso de crimes de homicídio doloso, lesão corporal seguida de morte e crimes hediondos, não tem medo de se posicionar. “Isso não adianta nada. Nada. Eles saem pior de lá [da cadeia]. Ah, se eu pudesse pegar esse mundo e virar do lado avesso”, argumenta.
Apesar de ser reconhecida e elogiada por seus feitos, Dona Coruja é modesta e evita o rótulo de exemplo. “A gente nunca sabe o suficiente, sempre há coisas para aprender na vida”, conclui.

Aos 86 anos, mulher se forma em direito no RS e quer ajudar idosos

No próximo dia 29 de agosto, a aposentada Maria Francisca Coruja, de 86 anos, será a formanda mais velha da turma de 21 alunos do curso de direito da universidade La Salle de Canoas, na Região Metropolitana de Porto Alegre. Sem ambição financeira e com muita vontade de ajudar os outros, a idosa está ansiosa para a cerimônia de colação de grau. E já faz novos planos. Decidida, já se prepara para o próximo desafio: ser aprovada no exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).
Viúva desde 1997, Dona Coruja, como é carinhosamente chamada por amigos e conhecidos, decidiu retomar os estudos em 2009, aos 80 anos, após a perda da mãe. Voltar à sala de aula foi uma forma de ocupar o tempo em que se sentia solitária no imenso apartamento onde mora na capital.
A gente nunca sabe o suficiente, sempre há  coisas para aprender na vida"
Maria Francisca Coruja, 86 anos, formanda
“No início eu fui [para a faculdade] para preencher a minha vida, que estava solitária. Mas quando entrei, já fui planejando meu futuro. No segundo semestre eu pretendo me preparar para a prova da OAB e pretendo trabalhar com a terceira idade, para ajudar as vovozinhas e vovozinhos que precisam”, diz ela ao G1.
Mesmo sem querer, a história de vida de Dona Coruja serve de exemplo. Ela percebeu isso com clareza na última semana, quando foi a uma loja comprar um vestido para usar em uma das celebrações da formatura e compartilhou o compromisso com a atendente que a recebeu. “A moça me disse: ‘Tu estás se formando em direito com 86 anos? Que vergonha de mim’, me disse ela, correndo uma lágrima do olho. Ela tinha 50 anos e se achava velha para isso”, comenta, indignada.
E já é fato que a universidade não é mais um ambiente frequentado somente por gente jovem. O perfil do ensino superior no Brasil mudou. Dados do Ministério da Educação (MEC) apontam que houve um aumento de 40% no número de pessoas acima dos 60 anos dentro da universidade, entre 2010 e 2012.
Dona Coruja é a mais velha da turma de estudantes de direito (Foto: Arquivo pessoal)Dona Coruja é a mais velha da turma de estudantes de direito (Foto: Arquivo pessoal)
Graduada em ciências biológicas e com pós em pedagogia, a idosa aposentou-se em 1983, depois de fazer carreira por 35 anos no magistério. O diploma em direito vai unir-se aos demais certificados que já coleciona no currículo. “Eu me aposentei, mas não parei. Nunca. Tem uma frase que sempre usei na minha vida: ‘Todo o movimento que estaciona, morre’. Então eu não paro nunca”, afirma.
Apesar da idade avançada, Dona Coruja não abre mão do sonho de exercer a profissão de advogada de forma voluntária, na área do direito previdenciário. “Vai ser um trabalho gratuito. Eu sou muito modesta, já ganho o suficiente para viver bem”, sustenta ela. “Eu tenho onde morar, já fiz muitas viagens pelo mundo. Sei administrar meu dinheiro, ele rende. Então eu não tenho ambição por dinheiro. Eu não vou levar dinheiro para o céu”, completa.
Dona Coruja era referência na turma de formandos (Foto: Arquivo pessoal)Dona Coruja era referência na turma de formandos
(Foto: Arquivo pessoal)
Estudar para ela nunca foi problema. Pelo contrário, era prazer. Filha de professor, entrou na escola já sabendo ler e escrever, aos 5 anos. “Aprendi com o meu pai”, conta a irmã mais velha de uma família humilde de sete irmãos.
Nascida em Barra do Ribeiro, a cerca de 60 km de Porto Alegre, começou a trabalhar ainda adolescente. Com a morte do pai, aos 15 anos procurou emprego para ajudar a mãe, que cuidava do lar, com as despesas da casa.
“Nossa família não tinha muitos recursos. A gente se criou no interior, uma vida modesta”, lembra. Aos 19, casou-se em Gravataí, na Região Metropolitana. Logo se mudou para a capital, onde teve os dois filhos Elaine Terezinha, 59 anos, e Sérgio Augusto, 66 anos.
É no passado que Dona Coruja busca inspiração para correr atrás dos sonhos que ainda conserva vivos. “Aos meus queridos pais, minha eterna gratidão pela luta empreendida para custear meus estudos de 1º grau, alicerce que hoje completo a obra sonhada”, escreveu ela em seu convite de formatura.
A única tristeza no meio de um período tão alegre na vida de Dona Coruja é a frágil saúde da filha, que está hospitalizada com pneumonia e recebe os cuidados da mãe. “Fiquei tão envolvida com isso que nem pude mandar todos os convites”, lamenta. Por essa razão, a festa de formatura será bem simples. “Em família e com amigos bem íntimos”, resume.
Aluna aplicada e cheia de opiniões
Durante os seis anos em que esteve na faculdade, Dona Coruja manteve a rotina de ir de ônibus ou trem até a universidade em Canoas, trajeto que levava cerca de 45 minutos. Nem mesmo algumas aulas no turno da noite a intimidavam a usar o transporte coletivo. “Eu tenho muita fé. Sou invisível para o mal”, brinca.
Em sala de aula, Dona Coruja era referência na turma, querida tanto por professores como pelos colegas. Embora não saiba explicar o que a levou a optar pelo direito, descobriu nas leis e códigos penais uma nova paixão. O bom desempenho é resultado de horas de estudo em casa. “Sou apaixonada pela educação, pela instrução. Estudo 10, 12 horas por dia”, diz.
Tanta leitura rende assunto. Sobre temas polêmicos, como a proposta de redução da maioridade penal de 18 para 16 anos no caso de crimes de homicídio doloso, lesão corporal seguida de morte e crimes hediondos, não tem medo de se posicionar. “Isso não adianta nada. Nada. Eles saem pior de lá [da cadeia]. Ah, se eu pudesse pegar esse mundo e virar do lado avesso”, argumenta.
Apesar de ser reconhecida e elogiada por seus feitos, Dona Coruja é modesta e evita o rótulo de exemplo. “A gente nunca sabe o suficiente, sempre há coisas para aprender na vida”, conclui.

Manicure e Pedicure - Profissão de Sucesso!

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Capacitação Profissional em Massoterapia e o Mercado de Trabalho

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sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Conheça 4 regras de etiqueta do WhatsApp

O Whatsapp é definitivamente um dos aplicativos de celular mais populares do mundo. De adolescentes do colégio até as vovós, todas as pessoas que têm smartphone e manjam minimamente das suas funções usam o app.
Acontece que esse uso desenfreado do Whatsapp às vezes passa do limite. Se no passado você podia ter a sua privacidade preservada e até dar um “miguezinho” de que não teve tempo de ler o e-mail (e por isso não respondeu), isso não é possível hoje em dia.
Os dois vistos azuis te entregam e se você não responde rapidamente as pessoas do outro lado do aplicativo já ficam neuróticas.
Pensando em deixar a vida das pessoas que usam o Whatsapp mais tranquila, o pessoal do IdeaFixa fez um manual de boas maneiras que deveria (num mundo ideal) ser seguido. Algumas dicas são tão pertinentes que decidimos compartilhar por aqui. Confira:

1- Espere a pessoa conseguir responder

x
Um dos maiores problemas do Whatsapp é que ele criou uma geração inteira de pessoas aflitas e que precisam da resposta no exato momento em que mandam mensagens. Calma aí, amigo! Você não sabe o que está acontecendo do outro lado do celular. Pode ser que a pessoa para quem você encaminhou uma pergunta não possa responder na hora. Se você não quer ser um chato, pare de ficar insistindo para a pessoa falar contigo.

2- Bom dia, grupo!

b
Se existe uma coisa que é chata pra caramba são aquelas pessoas que ficam mandando vídeos ou então fotos sem noção nos grupos de Whatsapp. Certamente você tem algum conhecido que insiste em mandar esse tipo de material (e que enche o seu rolo de câmera com imagens comprometedoras).
Pode mandar, mas sério, maneire na quantidade!

3- Grupo de trabalho pra quê?

1405097801
Como a porcentagem de pessoas que usam o Whatsapp é enorme, as empresas começaram a criar grupos para discutir assuntos de trabalho através do aplicativo.
Se por acaso você é chefe ou gestor de alguma equipe, saiba que isso é completamente invasivo (ainda mais se as mensagens são mandadas fora do horário comercial ou então nos finais de semana).

4- Conversas para o grupo todo do Whatsapp

uk3c4x
Sempre existe um engraçadinho que fica mandando mensagens direcionadas para apenas uma pessoa no grupo de Whatsapp. Isso não é muito legal de se fazer. Se por acaso você quer conversar com apenas um integrante, vá diretamente para a conversa com aquela pessoa.
Você, leitor, lembra de alguma outra coisa muito irritante no Whatsapp? Se sim, compartilhe com a gente nos comentários!

Conheça 4 regras de etiqueta do WhatsApp

O Whatsapp é definitivamente um dos aplicativos de celular mais populares do mundo. De adolescentes do colégio até as vovós, todas as pessoas que têm smartphone e manjam minimamente das suas funções usam o app.
Acontece que esse uso desenfreado do Whatsapp às vezes passa do limite. Se no passado você podia ter a sua privacidade preservada e até dar um “miguezinho” de que não teve tempo de ler o e-mail (e por isso não respondeu), isso não é possível hoje em dia.
Os dois vistos azuis te entregam e se você não responde rapidamente as pessoas do outro lado do aplicativo já ficam neuróticas.
Pensando em deixar a vida das pessoas que usam o Whatsapp mais tranquila, o pessoal do IdeaFixa fez um manual de boas maneiras que deveria (num mundo ideal) ser seguido. Algumas dicas são tão pertinentes que decidimos compartilhar por aqui. Confira:

1- Espere a pessoa conseguir responder

x
Um dos maiores problemas do Whatsapp é que ele criou uma geração inteira de pessoas aflitas e que precisam da resposta no exato momento em que mandam mensagens. Calma aí, amigo! Você não sabe o que está acontecendo do outro lado do celular. Pode ser que a pessoa para quem você encaminhou uma pergunta não possa responder na hora. Se você não quer ser um chato, pare de ficar insistindo para a pessoa falar contigo.

2- Bom dia, grupo!

b
Se existe uma coisa que é chata pra caramba são aquelas pessoas que ficam mandando vídeos ou então fotos sem noção nos grupos de Whatsapp. Certamente você tem algum conhecido que insiste em mandar esse tipo de material (e que enche o seu rolo de câmera com imagens comprometedoras).
Pode mandar, mas sério, maneire na quantidade!

3- Grupo de trabalho pra quê?

1405097801
Como a porcentagem de pessoas que usam o Whatsapp é enorme, as empresas começaram a criar grupos para discutir assuntos de trabalho através do aplicativo.
Se por acaso você é chefe ou gestor de alguma equipe, saiba que isso é completamente invasivo (ainda mais se as mensagens são mandadas fora do horário comercial ou então nos finais de semana).

4- Conversas para o grupo todo do Whatsapp

uk3c4x
Sempre existe um engraçadinho que fica mandando mensagens direcionadas para apenas uma pessoa no grupo de Whatsapp. Isso não é muito legal de se fazer. Se por acaso você quer conversar com apenas um integrante, vá diretamente para a conversa com aquela pessoa.
Você, leitor, lembra de alguma outra coisa muito irritante no Whatsapp? Se sim, compartilhe com a gente nos comentários!

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Novo golpe tenta roubar senhas dos usuários do Facebook


A empresa de segurança ESET alerta sobre um novo scam que circula nas redes sociais com o objetivo de roubar senhas dos usuários. Para atrair as pessoas, os cibercriminosos utilizam vídeos de falsos sites no Facebook. Ao clicar sobre a publicação, a vítima acessa um link encurtado e é direcionada para uma página falsa.

Ao contrário de outras campanhas maliciosas que são ativadas por um único tipo de vídeo, o novo golpe utiliza cinco falsos sites, com mais de 30 tipos de vídeos. A técnica utilizada ajuda a ampliar o número de potenciais vítimas do ataque.

Uma vez que o vídeo é selecionado pelo usuário, a pessoa é direcionada para uma página, na qual é solicitado o compartilhamento do conteúdo na linha do tempo de seus amigos. Ao confirmar a opção, outra janela se abre e uma nova autenticação na rede social é requerida. No entanto, trata-se de um domínio totalmente diferente, que, na verdade, é uma página falsa onde o cibercriminoso rouba as credenciais da conta do usuário.

Segundo Camilo Di Jorge, gerente geral da ESET no Brasil, os atacantes utilizam golpes de engenharia social para enganar os usuários desavisados. "Recomendamos sempre verificar a URL para se certificar que está logado na página correta e seguir as orientações de segurança ao navegar nas redes sociais”, orienta.

Fonte

Novo golpe tenta roubar senhas dos usuários do Facebook


A empresa de segurança ESET alerta sobre um novo scam que circula nas redes sociais com o objetivo de roubar senhas dos usuários. Para atrair as pessoas, os cibercriminosos utilizam vídeos de falsos sites no Facebook. Ao clicar sobre a publicação, a vítima acessa um link encurtado e é direcionada para uma página falsa.

Ao contrário de outras campanhas maliciosas que são ativadas por um único tipo de vídeo, o novo golpe utiliza cinco falsos sites, com mais de 30 tipos de vídeos. A técnica utilizada ajuda a ampliar o número de potenciais vítimas do ataque.

Uma vez que o vídeo é selecionado pelo usuário, a pessoa é direcionada para uma página, na qual é solicitado o compartilhamento do conteúdo na linha do tempo de seus amigos. Ao confirmar a opção, outra janela se abre e uma nova autenticação na rede social é requerida. No entanto, trata-se de um domínio totalmente diferente, que, na verdade, é uma página falsa onde o cibercriminoso rouba as credenciais da conta do usuário.

Segundo Camilo Di Jorge, gerente geral da ESET no Brasil, os atacantes utilizam golpes de engenharia social para enganar os usuários desavisados. "Recomendamos sempre verificar a URL para se certificar que está logado na página correta e seguir as orientações de segurança ao navegar nas redes sociais”, orienta.

Fonte

Minha Escola Minha Vida - Marilse - Itajaí - SC

Minha Escola Minha Vida - Marilse - Itajaí - SC