segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Vem aí um novo recurso no Google Maps


O Google Maps está prestes a ganhar um recurso ótimo para quem aproveita as viagens de ônibus para tirar um cochilo. De acordo com o TechCrunch, o aplicativo deve lançar em breve uma ferramenta que guia o usuário em tempo real por um trajeto desejado, mandando até mesmo notificações quando for a hora de descer do ônibus ou do trem. Quando o usuário procurar pelo trajeto para chegar a determinado local, verá um botão "iniciar" na parte inferior da tela. Ao clicar nesse botão, o usuário começará a receber notificações na sua tela inicial com as orientações do que fazer para chegar ao seu destino (por exemplo: "caminhe até a Rua X, número Y", "pegue a linha amarela sentido leste", "embarque no ônibus XYZ" ou "desembarque agora").

Por exemplo: você pode embarcar no ônibus que o Google Maps orientar, e depois não precisa ficar conferindo o app para saber quando tem que descer. Na hora que você tiver que se preparar para desembarcar, o aplicativo enviará uma notificação que fará seu celular vibrar, e então você saberá. A imagem abaixo mostra como essas notificações devem ser:

Reprodução


Tutorial de como chegar


Como o Engadget aponta, as notificações também são interativas, o que significa que você pode conferir os passos anteriores de sua viagem. Assim, você pode garantir que pegou o ônibus no ponto certo ou que embarcou no metrô com o destino correto. Esse recurso deixa o Google Maps mais parecido com outros aplicativos de transporte público que já tinham recursos parecidos, como o CityMapper e o Transit.

Ainda não há indicações precisas de quando o novo recurso deve começar a funcionar. No entanto, o site acredita que alguns usuários devem receber a atualização ao longo dos próximos dias. Com isso, usuários que queiram usar o recurso daqueles outros aplicativos de transporte vão poder fazer isso usando um app que provavelmente já está instalado em seus celulares.

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(Fonte: olhardigital)

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Primeiro SMS foi enviado há 25 anos; você sabe o que dizia a 1ª mensagem?

Era 3 de dezembro de 1992 quando o programador britânico Neil Papworth, então com 22 anos de idade, enviou a primeira mensagem de texto do mundo. Nascia, então, o Serviço de Mensagem Curta, mais conhecido pela sua sigla em inglês SMS, uma espécie de avô do WhatsApp, Telegram e demais aplicações modernas indispensáveis nos dias de hoje.

A mensagem enviada por Papworth de seu computador para o colega Richard Jarvis foi bem simples: “Merry Christmas” ou, em português, Feliz Natal. E um dos criadores daquilo que se tornaria parte essencial do dia a dia de bilhões de pessoas ao redor do mundo sequer fazia ideia de que havia dado o pontapé inicial em uma das formas de comunicação mais populares de todos os tempos.
“Em 1992, eu não tinha ideia de quão popular se tornar enviar mensagens de texto e que isso faria surgir os emojis e os apps de mensagens usados por milhões”, comentou o programador ao Daily Mail. “Olhando para trás para uma retrospectiva, fica claro que a mensagem de Natal enviada por mim foi um momento-chave na história do mobile.”
"Papworth ajudou a criar o SMS para a operadora Vodafone e o formato foi rapidamente adotado por outras companhias"
Papworth participou da equipe responsável por desenvolver a tecnologia para a operadora de telefonia Vodafone, mas logo outras empresas e marcas passaram a adotar o formato. Com o passar do tempo e a evolução da tecnologia, as mensagens de texto se tornaram cada vez mais populares dentro dos computadores e dos celulares, com serviços como mIRC, ICQ e MSN Messenger, além dos chats de bate-papo, popularizando de vez o formato de conversa por texto em meios digitais.
Em 1999, outra criação muito significativa para as comunicações atuais acontece: o primeiro emoji surge no Japão. Ao longo dos últimos 18 anos, os pictogramas foram tomando conta de quase todos os espaços da web e, hoje, é difícil encontrar um espaço de conversa online em que eles não estejam presentes.

Assim, para celebrar a data, o seu criador recriou a primeira mensagem de texto enviada há 25 anos usando apenas emojis. 

SMS Emoji
Primeiro SMS foi recriado em formato de emoji.

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(Fonte: www.tecmundo.com.br)

Prefeitura de Porto Alegre recebe casamento coletivo



Sete casais em situação de vulnerabilidade social foram beneficiados por cerimônia sem custos

Ronaldo Bernardi / Agencia RBS
Alguns adiaram o sonho por meses. Outros, por décadas. Mas na manhã ensolarada deste  sábado (2) finalmente deram o sim diante do altar, improvisado na escadaria da prefeitura de Porto Alegre. Às 10h45min, com atraso de quase uma hora, sete casais celebraram um casamento coletivo, com direito a desfile em tapete vermelho e marcha nupcial tocada pela banda municipal.

O primeiro casamento coletivo realizado no imponente prédio do Paço Municipal foi uma iniciativa da prefeitura, com apoio do Sindicato dos Registradores Públicos do Estado do RS (Sindiregis). Os noivos não tiveram de desembolsar um tostão e, por isso, puderam caprichar na vestimenta. O motoboy Marlon Noal, 29 anos, botou terno de gala e comprou um traje especial para o filho Maurício, quatro anos, que mal conseguia conter a emoção de ver o pai e a mãe casarem. Pai e filho estavam de óculos escuros novos, também, já que não tiveram gastos com o cerimonial.
A noiva, a auxiliar administrativa Priscila dos Santos, estava exuberante, com vestido de casamento imponente e sorriso permanente no rosto. Ela diz que sempre pensou em casar, mas o custo era um impeditivo, pensava sempre em reservar dinheiro para outras prioridades, como comprar uma casa. Aí surgiu a chance do enlace oficial.

- É um momento mágico, nem consigo acreditar. E com meu filho assistindo - relatou, emocionada.

Ronaldo Bernardi / Agencia RBS
Prefeito Nelson Marchezan Junior (de cinza) brindou com os noivos na cerimônia de casamento coletivo
Antônio Marcos Azevedo Melo, 43 anos, que deve o nome ao falecido cantor Antônio Marcos (de quem o pai dele era fã), era outro esfuziante. Auxiliar de carga e descarga numa transportadora, ele nunca teve dinheiro para oficializar a união de cinco anos com a auxiliar de serviços gerais Edenis Regina Pereira. Os dois já viveram outros casamentos, ela inclusive tem quatro filhos, mas nenhum dos noivos tinha casado até hoje. Inclusive pelo custo da iniciativa.

- Finalmente chegou a hora - definiu ele, pouco antes de ver a noiva entrar na prefeitura.

O prefeito Nelson Marchezan Junior compareceu à cerimônia e fez um breve discurso, enfatizando que a prefeitura "não gastou um centavo" com o processo. O Sindicato dos Registradores anistiou os noivos do pagamento de R$ 560 dos registros e taxas da documentação. Já o bolo, os vestidos e a maquiagem (as noivas foram preparadas por cabeleireiros e maquiadores) foram patrocinados pelo Senac Beleza e Instituto Mix. Cada casal teve direito a convidar uma dupla de padrinhos e amigos e familiares para acompanhar a cerimônia, celebrada por um juiz de paz. Ao final, os noivos fizeram um brinde, sob flashes dos fotógrafos.

- Um dia de sonho - resumiu a recém-casada Priscila dos Santos.


(fonte: gauchazh.clicrbs.com.br)

terça-feira, 28 de novembro de 2017

Educação corporativa nas empresas


Educação Corporativa nas Empresas
A educação corporativa é uma prática coordenada de gestão de pessoas integrada com a gestão de conhecimento em que é orientada à estratégia de longo prazo de uma empresa. Em outras palavras, a educação corporativa é muito mais do que um simples treinamento empresarial ou qualificação de mão-de-obra oferecido por uma empresa aos seus funcionários. No caso, trata-se de articular coerentemente as competências individuais e organizacionais no contexto mais amplo da empresa. Logo, práticas de educação corporativa estão intrinsecamente relacionadas ao processo de inovação nas empresas. E também ao aumento da competitividade de seus produtos ou serviços. Nesse contexto, a educação corporativa vem crescendo a passos largos no Brasil. Cada vez mais se torna crescente a necessidade de treinamento no meio empresarial com foco real no alance de resultados.

Líderes e colaboradores precisam reciclar seus conhecimentos e se valerem do aprendizado contínuo para melhorarem o tempo gasto nas tarefas do dia a dia e conquistarem maiores objetivos. Para tornar isso real, a primeira coisa é entender que a empresa não é a única detentora do conhecimento. É necessário identificar potencial nos funcionários, e assim, incentivá-los a buscar cada vez mais inovação e novos conteúdos.

Outro ponto importante é a tendência que os modelos organizacionais se tornem cada vez menos formais, facilitando a interação e comunicação entre as pessoas no meio. Essa tendência já é uma realidade para muitas empresas atualmente. Quando a educação corporativa nas empresas é bem realizada, há maior eficiência na tomada de decisão, mais rapidez na resolução de tarefas no dia a dia e potencial melhoria na comunicação interna.

Pensando nisso que esse artigo sobre educação corporativa foi criada: para destacar a importância da educação corporativa nas empresas, como implantá-la, seus principais objetivos, benefícios, formas de se trabalhar e, além disso, vantagens de atuar com EAD corporativo.



(Fonte: edools)

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

5 dicas de carreira que eu gostaria de ter recebido na faculdade


Dicas para universitários e recém formados sobre carreira 
Você já deve ter sentido na pele a angústia de escolher um curso na faculdade. Muitas vezes essa é a primeira grande decisão que você toma quando jovem. Em seguida, vem o foco nos estudos e, muitas vezes, só quando você está prestes a se formar é que se dá conta que você precisa pensar na sua carreira. Mas será que você não deveria começar a pensar na sua carreira já no início da faculdade? Aqui vão 5 dicas de carreira que teria sido muito bom ter recebido logo no início da faculdade.



Imagem relacionada1) A escolha da faculdade é completamente diferente da escolha da carreira

Parece óbvio, mas muita gente confunde. A escolha da faculdade não significa diretamente a escolha de uma carreira. Um jovem pode estudar engenharia e optar por uma carreira na área de planejamento de uma organização, pode se tornar empreendedor prestando um serviço de consultoria, ou pode optar por uma carreira no setor público. Isso vale para qualquer faculdade, até mesmo as mais especializadas como psicologia e medicina. O leque de carreiras é infinito. A faculdade é apenas o primeiro passo da sua jornada de capacitação.

2) O mundo não é feito de “caixinhas”, é feito de problemas

Quando você escolhe uma faculdade, você tende a enxergar o mundo nas "caixinhas". Tem a "caixa" do Direito, a "caixa" da Engenharia, a "caixa" da Geografia e assim por diante. Entretanto, o mundo real não é feito de "caixas". Nós que as criamos para facilitar a especialização dos nossos estudos. O mundo é feito de problemas que precisamos resolver e, sem dúvida, precisamos de ferramentas de várias dessas “caixas” para conseguir resolvê-los. O que você aprende na faculdade é apenas uma dessas ferramentas. Portanto, pense em um plano de desenvolvimento pessoal que vá além da faculdade e que não termine no dia da sua formatura.

3) Equilibre o tempo gasto com estudos com o desenvolvimento da sua carreira

Na faculdade você pode passar anos dedicados aos estudos, às provas, aos trabalhos e nunca parar para pensar e se dedicar de fato na sua carreira. São 4 ou às vezes 5 anos que você tem para pesquisar, conversar e principalmente experimentar diversas opções de carreiras, mas que muitas vezes você não prioriza o seu tempo para isso. O mais importante nesta fase é experimentar. Não há leituras e pensamentos que substituam a vivência do mundo real. Então busque estágios, projetos voluntários, projetos na própria faculdade, participar em empresa júnior, tudo que possa te dar um gostinho de como seria uma determinada carreira. A cada experiência você terá informações para descobrir mais sobre o que você gosta e o que não gosta e assim ir construindo a sua carreira.

4) Na escolha de carreira, conhecer o dia a dia do profissional é o que realmente importa

Quando você pensa em qual carreira seguir, muitas vezes o que está em discussão é a posição que você quer ocupar em uma determinada empresa, o concurso que você quer passar, ou mesmo a empresa que você quer abrir. Mas será que você parou para se perguntar como é o dia a dia desses profissionais? O que eles fazem durante o seu dia, quais os desafios que eles têm, o que eles precisam saber e que competências precisam ter para fazerem seus trabalhos bem feitos. Pesquise e converse com esses profissionais para entender melhor o que realmente fazem no dia a dia. Você pode se surpreender.

5) Competências comportamentais são tão ou mais relevantes quanto às competências técnicas para se obter sucesso profissional

O mercado exige hoje muito além das competências técnicas para se obter sucesso profissional. De nada adianta o conhecimento técnico, se o profissional não souber utilizá-lo, por exemplo, para tomar decisões, comunicar-se de forma eficaz, criar e inovar, executar e liderar projetos. Todas essas habilidades são conhecidas como competências comportamentais e os jovens precisam cada vez mais desenvolvê-las para obter sucesso profissional. A boa notícia é que com treinamentos, projetos e trabalhos voluntários o jovem pode aperfeiçoar-se nessas competências. 

Portanto, se você estiver começando ou mesmo já cursando uma faculdade, aproveite essas dicas para avançar na sua carreira!



(Fonte: Administradores)

Evite o erro que quase todo jovem comete no início da carreira

Desnorteado com tantas opções de carreira, o jovem está sujeito a cometer um erro que pode comprometer seu futuro profissional. Entenda

Executivo frustrado
Na hora entrevista, candidatos a estágio e trainee justificam as mudanças constantes de emprego com frases como “já tinha aprendido tudo que podia” ou “saí porque queria algo novo”.

Consultorias de recrutamento estão acostumadas a um certo padrão nos currículos dos jovens: passagem de 3 meses em uma empresa, 9 meses em outra, 6 em uma terceira e assim por diante.

Trajetórias entrecortadas são resultado de um erro que cada vez mais gente comete no início da carreira: buscar satisfação imediata logo na primeira experiência profissional — e, uma vez contrariada essa expectativa, abandonar tudo e partir para a próxima.

“O que não é rápido não serve para o jovem”, diz Tiago Mavichian, diretor da Companhia de Estágios. “Como a tecnologia está sempre na palma da mão, ele se acostumou a ter informações imediatas, a ter respostas imediatas, o que acaba se estendendo para como enxerga a carreira”.

A facilidade de mudar de ideia e experimentar outras alternativas também estimula esse movimento frenético em busca de um ideal irrealizável de trabalho. Segundo Mavichian, é comum que o jovem não saiba justificar suas alternâncias de emprego com um argumento objetivo, como salário ou localização da empresa: em geral, a razão é bastante vaga.

Mas o que está por trás dessa inquietação quase inexplicável, além dos óbvios efeitos da parafernália tecnológica? Na visão de Eduardo Ferraz, consultor em gestão de pessoas, a ansiedade do jovem também pode ser entendida como resultado da proliferação das profissões.

“Trinta anos atrás, você podia ser médico, engenheiro, advogado, professor, contador, no máximo você tinha uma dezena de opções de carreira”, explica. “Hoje, existem centenas de cursos universitários, e mais outras centenas de possibilidades de atuação para cada formação”.

No passado, quando não havia tantas alternativas, mesmo o jovem mais ambicioso ou impaciente era obrigado a esperar — nem que fossem 5 anos — para começar a se envolver em projetos realmente estimulantes.

Agora, continua Ferraz, o mercado acena com um leque de opções tão vasto que o jovem sente que pode estar “perdendo seu tempo” com a escolha que fez, e acaba ficando inclinado a trocar de emprego de forma irrefletida.

Consequências

Quem espera prazer imediato no começo na carreira acaba por não concluir nenhum ciclo de aprendizado. “É um padrão que forma profissionais incompletos, com conhecimentos superficiais e nenhum tipo de especialização”, diz Mavichian. Como a economia vai mal, há uma tendência maior de permanecer no emprego atual. No entanto, o jovem se transforma em insatisfeito crônico, perde motivação e acaba desperdiçando oportunidades de desenvolvimento da mesma maneira.

A crise pode ter algum efeito didático nesse sentido, diz Ferraz. “Alguns já começaram a cair na real e perceberam que não dá para fazer o que se gosta logo de cara”, explica. Para ele, um profissional considerado feliz e bem-sucedido ocupa 2/3 do seu tempo no trabalho com atividades que lhe dão prazer. Tarefas desagradáveis, enfadonhas e irritantes ocuparão o 1/3 restante — não dá para zerar essa parte. Até chegar a esse ponto, porém, é preciso “esquentar a cadeira” e aceitar que nem sempre a rotina será agradável. Quer dizer que é preciso se resignar, mesmo sendo infeliz no trabalho? De jeito nenhum, diz Ferraz. O segredo está em alterar a sua percepção das dificuldades e passar a ver a “tarefa chata” como etapa em um processo de longo prazo que culminará com a sua felicidade.

A própria ideia de felicidade, aliás, precisa ser revista na opinião do consultor. “O jovem está muito acostumado a ver falsas representações de felicidade nas redes sociais, e acaba fazendo comparações que o deixam muito insatisfeito”, explica. “Ele acredita erroneamente que não gosta do trabalho, mas os outros sim, e que portanto ainda não encontrou o que ama”. Ocorre que o contentamento com a profissão não depende de “acertar um alvo”, mas sim de fazer descobertas sobre as suas próprias fontes de prazer no trabalho, de forma lenta e paciente.

Para Mavichian, não há nada de errado em experimentar, mudar de ideia ou perseguir áreas de atuação que tenham a ver com os seus interesses. O movimento é bem-vindo; só é preciso cuidar do ritmo. “Permaneça no emprego no mínimo por 12 meses, antes de experimentar o próximo”, aconselha. “E lembre-se que, em algum momento, você vai precisar escolher uma área e se dedicar realmente a ela”.



(Fonte: Exame)

Governo Federal anuncia o lançamento do app "Carteira de Trabalho Digital"

Agora é muito mais fácil resolver questões relacionadas à documentação empregatícia. O Ministério do Trabalho anunciou no início desta semana o lançamento da "Carteira de Trabalho Digital", entre outros serviços.

O projeto se trata de um aplicativo criado para consultas de dados e informações contratuais antigas e em vigência, e para solicitações de primeira ou segunda vias da carteira de trabalho impressa. A versão digital não anula o documento físico.

O Governo Federal ainda anunciou que já é possível entrar com o pedido de seguro-desemprego pelo Emprega Brasil, assim que os documentos necessários forem recebidos pela empresa trabalhada. No site, o trabalhador dá a entrada na solicitação, agilizando o processo e evitando filas, mas o comparecimento a um posto responsável pelos pedidos continua obrigatório. Ainda de acordo com a nota no governo, o trabalhador poderá encontrar vagas de emprego e agendar entrevistas pelo aplicativo Sine Fácil, além de acompanhar o andamento do pedido de seguro-desemprego.

Acessando a Carteira de Trabalho Digital

O aplicativo já está disponível para Android e iOS, bastando procurar por "CTPS Digital". Para usar, será preciso criar uma senha de acesso, caso o trabalhador ainda não tenha cadastro no Sine Fácil.

As informações a serem preenchidas são nome, data de nascimento, nome da mãe, estado de nascimento e número do CPF. Tenha a carteira de trabalho física em mãos para verificar informações sobre o seu histórico no mercado de trabalho.


(Fonte: Folha)